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Mensagem por Storyteller em Qui Ago 10, 2017 9:08 pm




AS TERRAS DA COROA

AS TERRAS DA COROA SÃO UMA DAS NOVE REGIÕES DE WESTEROS. NUNCA FOI UMA NAÇÃO SOBERANA, TENDO SIDO REIVINDICADA PELAS TERRAS FLUVIAIS, TERRAS DA TEMPESTADE E OUTRAS REGIÕES ATÉ A CHEGADA DE AEGON, O CONQUISTADOR, QUE A DOMINOU E USOU COMO CABEÇA DE PONTE PARA SUA GUERRA DA CONQUISTA. DEPOIS DISSO, AS TERRAS DA COROA PASSARAM A SER GOVERNADAS DIRETAMENTE PELO TRONO DE FERRO.

BASTARDOS NASCIDOS NAS TERRAS DA COROA POSSUEM O SOBRENOME WATERS.

APÓS OS EVENTOS DE SETENTA ANOS ATRÁS A COROA TARGARYEN TEM SE MANTIDO FORTE SOB A LIDERANÇA DO REI LEWYN TARGARYEN, DA CASA MARTELL E DA RAINHA GAEL TARGARYEN DA CASA TARGARYEN.  PORTO REAL TEM GOZADO DE UMA BOA RELAÇÃO COMERCIAL COM DORNE E TERRAS FLUVIAIS MAS VEM ENFRENTANDO INSTABILIDADES E CONFLITOS POLÍTICOS E SOCIAIS COM A FÉ DOS SETE QUE SOBREVIVEU APÓS CERSEI LANNISTER, MÃE DE TOMMEN I BARATHEON TER ARMADO A FÉ MILITANTE, REVOGANDO A LEI DE MAEGOR QUE GARANTIA O DESARMAMENTO DOS MESMOS, A CESSAÇÃO DE PRÁTICAS INCESTUOSAS ENTRE OS MONARCAS E A PROIBIÇÃO DE RELIGIÕES HERÉTICAS. 

COM O RETORNO DOS TARGARYEN, INCESTO ENTRE A MÃE DE DRAGÕES E AEGON VI TARGARYEN, E A IMPLANTAÇÃO DE POLÍTICAS MULTICULTURAIS DA REALEZA A DÉCADAS ATRÁS A FÉ MILITANTE VEM ANGARIANDO CADA VEZ MAIS SEGUIDORES. RUMORES CORREM QUE MUITOS NOBRES E CASAS AMBICIOSAS VEM APOIANDO A FÉ MILITANTE POR TRÁS DOS PANOS, FORNECENDO FERVOR E RECURSOS PARA SUA EXPANSÃO JÁ QUE OS FILHOS DO GUERREIRO E OS POBRES COMPANHEIROS FORAM TRAZIDOS DE SEU SONO PROFUNDO DESDE MAEGOR I TARGARYEN. OS LORDES DAS TERRAS DA COROA E A PRÓPRIA REALEZA EQUILIBRAM-SE EM SUAS POLÍTICAS TENTANDO EXPLORAR AS MELHORES OPÇÕES, ENTRETANTO, A LEALDADE DOS LORDES SOB GOVERNO DIRETO DO REI E DA RAINHA É CONHECIDA.

UM PONTO IMPORTANTE DA ATUAL CONFIGURAÇÃO SÓCIO-ECONÔMICA E POLÍTICA PARA AS TERRAS DA COROA É O FATO DE QUE PEQUENAS ALDEIAS DE ORIGEM DOTHRAKI HABITAM MATA DE REI E TERRAS PRÓXIMAS DAS FRONTEIRAS DA CASA ROSBY E DA CASA RYKKER. TAL FATO APENAS REFORÇA O ÓDIO DA FÉ MILITANTE E LHES DÃO MAIS ARGUMENTOS CONTRA A COROA POIS SEGUNDO ELES TAIS GRUPOS SÃO HERÉTICOS E REPRESENTAM UMA AMEAÇA AO POVO E AOS NOBRES.

CASA SUSERANA: Casa Targaryen de Porto Real
TÍTULO: Reis dos Ândalos, dois Roinares e dos Primeiros Homens. Reis dos Sete Reinos.
CASAS PROEMINENTES: Casa Targaryen de Porto Real, Casa Targaryen de Pedra do Dragão, Casa Rykker de Valdocaso, Casa Stokeworth de Stokeworth, Casa Hayford de Hayford, Casa Velaryon de Derivamarca, Casa Celtigar de Ilha da Garra, Casa Sunglass de Canal de Portodoce, Casa Massey de Gancho de Massey.




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Re: - The Crownlands -

Mensagem por Storyteller em Qui Ago 10, 2017 11:04 pm




Casa: Targaryen de Porto Real
Lema: Fogo e Sangue
Sede: Fortaleza Vermelha
Arma Ancestral: Irmã Negra

Trama da Casa:

A Casa Targaryen é uma família nobre de ascendência valiriana e é a única família de dragões que sobreviveram à Perdição de Valíria . Eles deixaram Valíria doze anos antes da ocorrência da Perdição e residiram por mais de um século na ilha de Pedra do Dragão, até que Aegon, o Conquistador e suas irmãs, começaram sua conquista em 2 aC. A casa Targaryen governou como os reis no Trono de Ferro e como a Grande Casa da Coroa por quase trezentos anos. Um total de treze reis Targaryens sentaram-se no Trono de Ferro, até o reinado de Aerys II Targaryen terminar com Rebelião de Robert, no qual os Targaryen foram derrubados. Os dois filhos sobreviventes da Aerys II, Viserys e Daenerys Targaryen, fugiram para o exílio e residiram em Essos por grande período. Aegon Targaryen, filho de Rhaegar e Elia Martell

Casa Targaryen tomou posse do castelo insular ao sair de Valíria. Após a Conquista, eles construíram o Forte de Aegon na capital de Porto Real. Tal fortaleza foi posteriormente derrubada e substituída pela Fortaleza Vermelha, que permaneceu o seu assento principal durante a duração da sua dinastia, e que abrigava o Trono de Ferro. Dragonstone quase sempre foi dada ao herdeiro do trono. O Targaryen eventualmente construíram a residência de verão de Solarestival, que foi dada a vários filhos mais novos da família ao longo do tempo. Atualmente Solarestival foi parcialmente reconstruída, mas é mais simples e menor. Teve como material o mármore e as pedras da residência anterior, no entanto, novos suprimentos para a reconstrução também foram trazidos, embora tenha levado décadas para ser finalizado devido às guerras e a divida com o Banco de Ferro, posteriormente quitada por Daenerys e seus filhos. Abriga uma muralha de dezesseis pés de altura.

O sinal de Targaryen é um dragão de três cabeças que respira chamas, vermelho em preto. As palavras dos Targaryen são "Fogo e sangue".

Os Targaryen, sem dúvidas, foi a casa que mais sofreu nos últimos cem anos. Sofreram uma rebelião de seus principais vassalos, foram exilados, caçados mas retornaram enfrentando grande resistência pelas forças da Coroa Baratheon sob os estandartes de guerra dos Lannister, dos Tyrell e dos Greyjoy em partes.

Daenerys I Targaryen era supostamente a última de sua casa, com o peso de carregar o legado valiriano em Westeros. Por muito tempo, permaneceu em Essos, crescendo militarmente e tirando lições de governo e guerra com seus conselheiros mais importantes e suas conquistas. Meereen pela primeira vez na história, segundo alguns historiadores, conhecera a vida de não escravidão e após alguns planos ousados e campanhas militares para estabelecer seu controle, deixara o andamento e a estabilização para seus comandantes e conselheiros mais confiáveis e adequados para tal tarefa. Foi uma decisão difícil e arriscada, até controversa, mas provou-se a decisão mais lucrativa e sagaz desde então.

Aegon VI Targaryen anunciou-se assim e reivindicou a natureza valiriana como filho de Rhaegar Targaryen e Elia Martell, chocando o mundo inteiro e atraindo rapidamente aliados com seu carisma, seu sangue e sua habilidade e educação elevada e extensa. Com a Companhia Dourada, alavancou seus esforços nas Terras da Tempestade, posteriormente em Pedra do Dragão e se casaria depois com sua tia, Daenerys, firmando uma aliança dos dois dragões e reconquistando o continente pertencente à Casa Targaryen. Durante a guerra, o rapaz foi capaz de cortar seus cabelos e provar sua ascendência valiriana e explicar sua origem e como fugira. Jon Connington, Tyrion Lannister e Varys, a Aranha se certificaram de tal.

Após conquistar o poder, seu Pequeno Conselho foi encabeçado por figuras ilustres como por exemplo, Sor Barristan Selmy como Senhor Comandante da Guarda Real, Tyrion Lannister como Mão do Rei, Davos Seaworth como Mestre das Leis, Doran Martell como Mestre da Moeda, Paxter Redwyne como Mestre dos Navios, Marwyn como Grande Meistre e Tyene Sand como Mestre dos Sussurros. Este fora o Conselho Real mais heterogêneo e inesperado em anos, porém, provaram-se capazes até a Grande Guerra estourar. Uma tensão entre Aegon VI e Daenerys I se formou quando o rei advogara à favor de Varys, mas acabara cedendo quando a rainha decidira por exilar o homem sob risco de morte.

Durante a Grande Guerra, atuaram para convocar todos as Grandes Casas de Westeros e seus vassalos para combater os Outros que caminhavam com um exército de mortos. O grosso dos exércitos conseguiram danificar a Muralha em Atalaiaoeste da Ponta e Atalaialeste do Mar, enquanto que algumas criaturas também se utilizavam do Caminho de Gorne, fortalecendo a Desgraça da Dádiva.

Após a Grande Guerra, Viserion e Rhaegal estavam mortos e os dragões ameaçados de extinção, todavia, a Coroa Targaryen se esforçara mais uma vez em convocar os vassalos e ordenar que todos contribuíssem para a reconstrução de Westeros.

O mundo chocara-se mais uma vez quando A Nascida da Tormenta, presumivelmente estéril, gerara quatro filhos, todos em Pedra do Dragão segundo relatos do Grande Meistre Marwyn que afirmava a fragilidade e delicadeza do ventre da rainha. Seus filhos nasceram fortes, de cabelos platinados e todos de olhos azuis com pigmentação violeta. A Coroa enfrentaria décadas para ajudar as economias se estabelecerem após a reconstrução, bem como quitar a dívida do Banco de Ferro, esta última tarefa ficara a cargo de seus filhos (dois homens e duas mulheres) terminarem, sendo um trabalho árduo de toda uma vida.

Seu filho primogênito, chamado Rhaegar, em homenagem ao pai do Rei e ao irmão da Rainha, fora criado desde cedo por ambos os pais para ser um bom Rei e de fato o foi. Rei Rhaegar I Targaryen sofreu com os escândalos e fofocas sobre incesto de seus irmãos (que supostamente geraram um natimorto e uma menina que nunca foi vista), mas cessou isso ao casá-los tanto com nobres mercadores de Essos como também com nobre Velaryon.

Após Rhaegar, um Aemon assumiria o trono, quebrando o costume estabelecido por Daenerys e Aegon em construir um Pequeno Conselho com representantes de todas as regiões de Westeros, dando especial ênfase para lordes das Terras da Coroa e Terras Fluviais. Sua administração foi marcada por altos e baixos, condição esta que não era do feitio da Coroa Targaryen desde a Guerra dos Cinco Dragões, mas depois, com a ascensão e queda  rápida de Rhaegon I Targaryen ao lado de uma Celtigar, cujo não gerou filhos, o reino ficou a cargo de sua irmã mais velha, Gael I Targaryen, que prometia fazer um trabalho tão bom quanto sua bisavó, Daenerys I.

Atualmente os Targaryen tem governado de forma excepcional para alguns e ruim para outros. São especialmente queridos nas Terras da Coroa, e tem uma relação bem próxima, amigável e fiel para com os Tully, Baratheon e Martell.

A preocupação com eventos estranhos na Estrada do Demônio, perto de Mantarys e Volantis é conhecida apenas no Pequeno Conselho, bem como instabilidades e sussurros advindos das Cidades Livres e da Baía dos Dragões.

Porto Real tem florescido cada vez mais economicamente e a Corte Targaryen é composta por senhores de quase todas as regiões tal como estrangeiros das Ilhas de Verão, das Cidades Livres e da Baía dos Dragões - seu domínio além-mar. A presença dornesa na Corte é forte devido o casamento com Lewyn da família Martell.

Economicamente, são fortes também, graças à tributação e as terras de Solarestival, das ex-cidades escravagistas de origem ghiscari, de Pedra do Dragão e de sua relação para com algumas regiões. Gael I Targaryen tem se provado boa em lidar com questões diplomáticas e matemáticas enquanto Lewyn I Martell tem sido considerado um hábil lutador e comandante.


Genealogia:

Ramo Principal:


Rainha Gael Targaryen, Primeira do Seu Nome, Rainha dos Ândalos, dos Roinares e dos Primeiros Homens, Senhora dos Sete Reinos, Nascida em 338DD; (Cannon)
Seu esposo: Rei Lewyn Martell, Príncipe Roinar e Protetor do Território, Nascido em 336DD; (Livre)
Seu filho e herdeiro: Príncipe Duncan Targaryen, Príncipe de Pedra Dragão, Nascido 352DD; (Cannon)
Seu filho: Príncipe Jaehaerys Targaryen, Príncipe de Solarestival, Nascido em 353DD;
Seu filho: Príncipe Valarr Targaryen, Príncipe da Baía dos Dragões, Nascido em 354DD; (Cannon)
Sua filha: Princesa Kiera Targaryen, Nascida em 355DD;

Ramo Secundário:


Sua irmã: Princesa ____ Targaryen, Nascida em 352DD;
Sua irmã: Princesa Shiera Targaryen, Prometida do jovem Lord Ronnel Arryn, Nascida em 354DD; (Cannon)




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Re: - The Crownlands -

Mensagem por Storyteller em Qua Ago 16, 2017 3:06 pm






Casa: Velaryon de Derivamarca
Lema: O Antigo, o Verdadeiro, o Valente
Sede: Derivamarca
Arma Ancestral: -

Trama da Casa:

Os Velaryon são uma das mais antigas e orgulhosas Casas de Westeros. Seus antepassados escaparam junto com os Targaryen da Perdição de Valíria e se estabeleceram em Derivamarca, a maior ilha da Baía do Água Negra. Eles são intitulados Mestres de Derivamarca e Senhores das Marés. Fazem por merecer esses títulos, considerando que em sua história estão os maiores almirantes e Mestres de Navios que já serviram a Coroa Targaryen. Os membros dessa Casa geralmente têm aparência com traços valirianos semelhante ao dos Targaryen, com cabelos prateados e olhos violeta.

Durante à Guerra dos Cinco Reis, os Velaryon se posicionaram ao lado de Stannis Baratheon, entrando com ele na Batalha do Água Negra. A derrota nessa empreitada custou bons navios aos Velaryon e também à vida de seu Lorde. Monford Velaryon foi sucedido por Monterys Velaryon como Mestre de Derivamarca. O rapaz ainda muito jovem não foi capaz de manter alguma resistência contra os Lannister e então se posicionou em neutralidade, enquanto seu tio-bastardo, Auranne Waters assumia a posição de Mestre de Navios de Cersei Lannisters.

Quando Cersei foi presa pela Fé Militante, Auranne Waters fugiu para Passopedra com os drómons da Coroa. Quando a Regente retornou ao poder, convocou o Lorde Monterys para se apresentar em Porto Real para um julgamento por traição, acusado de ter conspirado com seu tio-bastardo. O jovem se recusou a atender a convocação de Cersei, acreditando que a Regente o queria aprisionar e matar.  

A maré foi favorável a Lorde Monterys, quando pouco depois recebeu a notícia de que Aegon e Daenerys Targaryen haviam aportado em Pedra do Dragão. Os conselheiros do rapaz tentaram manter a neutralidade, mas logo o jovem Lorde jurou servir a causa de Aegon e cedeu a ele os navios Velaryon, entre eles o Bruxa, Ousada Gargalhada e Cavalo-Marinho e muitos outros sobreviventes da Batalha do Água Negra e com capitães veteranos.

A Frota Velaryon mais tarde se juntou aos esforços de Victarion Greyjoy para enfrentar Euron Greyjoy. Ficaram a serviço de Auranne Waters que detinha mais dez drómons e participaram da Batalha da Pegada Vermelha, emboscando os navios de Euron. Os navios Velaryon ficaram responsáveis por travar uma das rotas de fuga de Euron e seguraram seu flanco durante a maior parte da batalha. No entanto, perderam o Bruxa e o flanco ruiu, com alguns navios de Euron conseguindo fugir.

Os Velaryon não participaram diretamente da Batalha da Lula Esmeralda, com seus números reduzidos mantiveram apenas a segurança de um ponto recuado da retaguarda da Frota de Ferro. Quando Victarion foi derrotado, os navios Velaryon retornaram a Pedra do Dragão onde ajudaram a impedir que Euron ameaçasse a ilha. Após a vitória de Daenerys, os comandantes Velaryon foram requisitados para navegar até o Norte, levando recursos preciosos e soldados para a Patrulha da Noite em Atalaialeste do Mar. Os navios Velaryon participaram da Batalha, nas proximidades da Muralha tentaram usar o mar para flanquear o exército dos mortos com pelotões de arqueiros. No entanto, a área era difícil demais para se navegar com navios de grande porte e foram obrigados a se juntar as tropas em terra.

Sua frota manteve o suporte pelo mar, levando recursos de um ponto a outro, nas desesperadas retiradas que foram necessárias. O Rei da Noite afundou o Cavalo-Marinho, ao congelar o mar próximo a um dos pontos de fuga e encarcerar o navio.

Após a derrota dos Outros, apenas o Ousada Gargalhada sobreviveu e o Lorde Monterys se esforçou durante a maior parte de sua vida para aumentar o tamanho de sua frota. Monterys foi amigo íntimo de Aegon Targaryen e nomeou seu segundo filho em sua homenagem. Os Velaryon se mantiveram leais a Coroa Targaryen, fornecendo proteção, auxiliando no comércio e combatendo a pirataria. Ganharam grande prestígio com o retorno dos Dragões e com a escolha de Aegon Velaryon como Mestre dos Navios de Gael, são um dos principais aliados da Coroa.


Genealogia:

Ramo Principal:

Lord  Aegon Velaryon, Senhor das Marés, Mestre de Derivamarca, Nascido em 318DD;
Sua esposa: ____  Velaryon, da casa Celtigar, Nascida em 327DD;
Seu herdeiro e primeiro filho: ____ Velaryon, Nascido em 342DD;
Seu segundo filho: ____ Velaryon, Capitão, Nascido em 343DD;
Seu terceiro filho: ____ Velaryon, Capitão pirata nos Degraus, Nascido em 346DD;
Seu quarto filho: Viserion Velaryon, Capitão, atualmente em Volantis, Nascido em 351DD;
Seu quinto filho: ____ Velaryon, Membro da Fé Militante, Nascido em 354DD (Gêmeos)
Seu sexto filho: ____  Velaryon, Acólito na Cidadela, Nascido em 354DD (Gêmeos)
Sua sétima filha:  Rhaenyra Velaryon, Nascida em 354DD; Prometida ao Príncipe Herdeiro Duncan Targaryen;
Sua oitava filha: ____ Velaryon, Nascida em 358DD;

Ramo Secundário:

Sua irmã: Alelys Velaryon, Nascida em 324DD;
Sua segunda irmã: Aelora Velaryon, Casada com Nyessos de Qarth, Nascida em 330DD;

Bastardos:

Seu irmão bastardo: Manfred Waters, Morto em 358DD ✝️
Seu irmão bastardo: Tormund Waters, Morto em 354DD ✝️
Seu filho bastardo: ____ Waters, Dançarino da água em Braavos, Nascido em 348DD;
Seu filho bastardo: ____ Waters, Capitão, Nascido em 350DD;
Sua filha bastarda: ____ Waters, Nascido em 360DD;
Seu filho bastardo: ____ Waters, Nascido em 370DD;





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Re: - The Crownlands -

Mensagem por Storyteller em Qua Ago 16, 2017 3:07 pm




Casa: Celtigar de Ilha da Garra
Lema: -
Sede: Ilha da Garra
Arma Ancestral: -

Trama da Casa:


A Casa Celtigar de Ilha da Garra são uma das mais poderosas Casas das Terras da Coroa juradas à Pedra do Dragão. Eles comandam as imediações da Baía dos Carangueijos e se beneficiam grandemente do comércio marítimo e da proximidade com as Cidades Livres. Os membros dessa Casa vieram junto com os Targaryen e Velaryon de Valíria e por isso alguns possuem traços valírianos.

Durante a Guerra dos Cinco Reis, a Ilha da Garra perdeu a maior parte de seu contingente lutando pelo irmão do Usurpador na Batalha do Água Negra. Com muitos dos homens hábeis mortos pela guerra, o lorde Ardrian Celtigar dobrou os joelhos à Joffrey Baratheon e permaneceu leal ao Trono até a chegada de Daenerys Targaryen. Após a Mãe dos Dragões chegar em Pedra do Dragão, ela rapidamente exigiu um juramento dos Celtigar aos Targaryen. Devido ao fato da ilha estar desguarnecida e temendo que a khaleesi usasse suas tropas para saquear suas riquezas, Ardrian tomou um barco até Pedra do Dragão e ofereceu uma tiara de rubis à Rainha, que embora tenha aceitado o presente, jamais o utilizou. Ele pessoalmente se dirigiu para o combate, embora não tenha podido levar mais que uma dezena de escudeiros.

Quando Euron Greyjoy venceu a Batalha da Lula Esmeralda, esperava-se que ele pudesse saquear a Ilha da Garra, no entanto, devido ao fato de muitos batedores Greyjoy terem sido interceptados em Pedra do Dragão pela Frota Velaryon, o ataque jamais se concretizou e os Celtigar conservaram sua riqueza.

Ardrian sobreviveu por muito pouco às retiradas do Norte e acabou por falecer em Fosso Callin devido ao intenso estresse causado tanto pela distância de sua preciosa Ilha, como do terror por ter visto o Rei da Noite. Ardrian morreu antes que os Outros fossem derrotados e constantemente tinha terríveis pesadelos com os mortos vivos saqueando suas riquezas.

Após sua morte, seu filho assumiu, mas não trouxe consigo a índole avarenta do pai, tendo auxiliado Daenerys e Aegon em seu governo, aproximou-se da corte e concedeu grandes quantias para a reconstrução das Terras da Coroa, fato que é bem lembrado até hoje e faz dos Celtigar bem quistos em sua região. Durante muitos anos, Lorde Celtigar acompanhou de perto as forças Targaryen e quando alguns dos senhores de cavalos se rebelaram contra o Rei, eles foram rápidos em contê-los.

Crispian Celtigar foi um dos mais afamados cavaleiros dessa Casa, tendo conseguido grandes proezas contra os senhores dos cavalos. É dito que ele morreu cercado por uma dúzia de inimigos e levou consigo dez como troféus para o paraíso. Um casamento foi arranjado posteriormente, entre a filha do Lorde Celtigar e o herdeiro Velaryon, o que aumentou a conexão entre as principais Casas de origem valiriana.

Os Celtigar até hoje ainda conservam grande parte de sua riqueza e conforto, incluindo tapeçarias, cristais, joias e artefatos de todos os cantos do Mundo Conhecido, também possuem um machado de aço valiriano constantemente empunhado pelos senhores guerreiros da Ilha da Garra. Os Celtigar usaram parte de sua riqueza para recuperar o que foi perdido na Batalha do Água Negra e nos conflitos seguintes. Os grupos dothrakis localizados na Baía do Caranguejo estão entre os principais pagadores de impostos e por conta disso são tolerados.

O ponto estratégico da Ilha da Garra o torna visado pelos piratas e até mesmo por outros lordes que desejam suas riquezas. No entanto, os Celtigar são orgulhosos e independentes, próximos a Corte e com sua conhecida lealdade à Coroa, garantem a proteção de suas águas pela Frota do Trono de Ferro.


Genealogia:

Ramo Principal:

Lord ____ Celtigar, Senhor da Ilha da Garra
Sua esposa: ____ Celtigar, da casa ____
Seu filho e herdeiro: ____ Celtigar
Seu filho: ____ Celtigar

Ramo Secundário:


Seu irmão: ____ Celtigar
Sua irmã: ____ Celtigar

Bastardos:


Seu irmão: ____ Waters
Seu irmão: ____ Waters



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Re: - The Crownlands -

Mensagem por Storyteller em Qua Ago 16, 2017 3:07 pm




Casa: Rykker de Valdocaso
Lema: -
Sede: Forte Pardo em Valdocaso
Arma Ancestral: -

Trama da Casa:

A Casa Rykker nas Terras da Coroa é uma das mais proeminentes Casas da região controlando o Forte Pardo que protege a cidade de Valdocaso. O porto de Valdocaso é o segundo maior porto das Terras da Coroa e a cidade é conhecida por ser próspera e abrigar centenas de assentamentos de pescadores em sua vizinhança.

Os Senhores de Valdocaso conseguiram apenas recentemente à posse a essas valiosas terras, tendo sido concedidas a eles pela graça de Aerys II, como resultado do extermínio da Casa Darklyn após o Desafio do Valdocaso. Esse fato que marcou profundamente o reino de Aerys II e a história de Westeros ainda é relembrado por muitos que visitam a cidade portuária e os Rykker algumas vezes são confrontados por não ter conseguido a cidade por conquista ou ancestralidade. Essa foi uma das Casas que se mantiveram leais aos Targaryen durante a Guerra do Usurpador.

Os Rykker se mantiveram ao lado de Tommen Baratheon, embora contrariados, forneceram tropas para lutar contra Daenerys Targaryen na Guerra dos Cinco Dragões. Pega desprotegida enquanto suas forças estavam no Sul, a cidade foi alvo de atrito entre forças da Companhia Dourada sob comando de Aegon e o khalasar de Daenerys. Enquanto os dothraki desejavam um saque fácil e voluptuoso, Aegon desejava manter a cidade intacta e usar seu grande porto como cabeça de ponte entre Pedra do Dragão e as Terras da Coroa. Foi apontada a necessidade de se manter territórios intactos nas Terras da Coroa de forma a poder auxiliar na estabilização das forças Targaryen. A situação foi resolvida por Daenerys, que por muito pouco não enfrentou uma ruptura em sua máquina de guerra.

Por terem sido poupados, a população rapidamente passou a auxiliar o exército de Daenerys com recursos e informações acerca do terreno e pontos estratégicos na região. As tropas à serviço dos Baratheon desertaram dos usurpadores e se juntaram ao grosso das tropas de Aegon e Daenerys. A cooperação, embora tardia dos Rykker foi o suficiente para que durante o retorno dos Dragões, a cidade continuasse prosperando. Muitos dothrakis acabaram se reunindo em torno de Valdocaso, ocupando assentamentos abandonados de pescadores, numa tentativa de se enquadrar a uma cultura diferente. Mulheres e crianças dothraki que vieram em busca de seus maridos além-mar também foram recebidos em torno da cidade, o que os auxiliou a recuperar a crise causada pelos muitos mortos após o embate com os Outros. Embora esses grupos jamais tenham se misturado totalmente aos westerosi das proximidades, são tolerados pela maioria dos camponeses e lordes.

O Forte Pardo se manteve forte ao longo dos setenta anos que se passaram desde a Reconquista e a derrota dos Outros. Os Rykker devido a sua posição estratégica, gozam das boas graças da Corte e do Septo Estrelado, que tem grande interesse em manter a cidade livre das influências pagãs dos dothraki e cada vez mais a utiliza de base para tentar converter os assentamentos próximos. A ajuda de Valdocaso à Porto Real ao longo dos primeiros anos da reconstrução foram essenciais para afastar qualquer murmúrio de infidelidade por parte da antiga Casa.


Genealogia:

Ramo Principal:

Lord Jasper Rykker, Senhor de Valdocaso, Nascido em 340DD;
Sua esposa: Lysena Rykker, da casa Sunglass, Morta em 363DD ✝️
Sua filha: ____ Rykker, Nascida em 358DD;
Sua filha: ____ Rykker, Nascida em 362DD;

Ramo Secundário:

Seu irmão: ____ Rykker, Castelão de Forte Pardo, Nascido em 346DD;
Sua cunhada: ____ Rykker, da casa ____
Seu sobrinho: ____ Rykker

Bastardos:

Sua irmã: ____ Waters
Seu irmão: ____ Waters



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Re: - The Crownlands -

Mensagem por Storyteller em Qua Ago 16, 2017 3:07 pm




Casa: Buckwell de Hastes
Lema: "Orgulho e Propósito"
Sede: Hastes
Arma Ancestral: -

Trama da Casa:

A Casa Buckwell de Hastes comanda uma vigorosa Fortaleza localizada entre Porto Real e a Lagoa da Donzela e à oeste de Ninho do Corvo. Pelo fato de se localizarem próximo a Estrada do Rei e na fronteira com as Terras Fluviais, Hastes é considerada uma das fortalezas essenciais para a manutenção da integridade territorial das Terras da Coroa.

Conhecidos por terem lutado ao lado dos Targaryen durante a Guerra do Usurpador, mantiveram-se leais aos Baratheon mesmo após o retorno de Daenerys Targaryen. Já exauridos pelo constante atrito com as Terras Fluviais, os Buckwell não foram capazes de manter um cerco e rapidamente se renderam aos dragões. Até hoje, uma estrada negra na frente de sua fortaleza os relembra desse fato, quando um dos dragões de Daenerys cuspiu fogo de forma a intimidar o castelão. As chamas foram tão intensas que destruíram o solo do local, deixando-o negro até os dias de hoje.

Após a retomada do Trono de Ferro por Daenerys e Aegon Targaryen, o Senhor de Hastes se ajoelhou e jurou fidelidade eterna a nova Casa, marchando para a Muralha para enfrentar os Outros cercado por apenas uma dúzia de escudeiros.  O Lorde acabaria sendo morto na Desgraça da Dádiva e substituído por seu filho mais novo, Gillian que na altura era apenas uma criança. O rapaz cresceu buscando honrar a memória do pai, formando um exército regular bem treinado, que patrulha constantemente as fronteiras. Essa tradição militarista ainda permanece, naquilo que os Buckwell se referem como “O Propósito”.

Gillian resistiu algumas das tentativas de Daenerys de dispor assentamentos dothrakis nas imediações de seu território, afirmando que a presença do povo ali acabaria sendo uma fraqueza na proteção de seu território. Devido a isso, acabaram por perder importantes oportunidades na corte, mas seu orgulho continuou firme, apoiando e recebendo membros da Fé Militante que compartilhavam de sua visão.

Com a reconstrução dos Reinos, aos poucos os Buckwell foram capazes de restaurar parte de sua força na região, utilizando os bens disponíveis e sua ótima localização entre Valdocaso, Lagoa da Donzela e Porto Real. Uma das principais Casas na proteção da fronteira, os Buckwell são conhecidos por seu orgulho e por seu senso de dever.

Apesar de seus escudeiros serem bem recebidos por muitos lordes das regiões vizinhas, eles não possuem a mesma autonomia e proeminência das demais Casas da região. Sua posição estratégica é bem quista pelo Alto Septão, que foi capaz de convencer e atrair muitos cavaleiros Buckwell a serviço dos Filhos do Guerreiro. Embora o fanatismo Buckwell não seja o suficiente para mitigar sua tradição de lealdade e dever.


Genealogia:

Ramo Principal:


Lord ____ Buckwell, Senhor de Hastes
Sua esposa: ____ Buckwell, da casa ____
Seu filho: ____ Buckwell
Sua filha: ____ Buckwell
Seu filho: ____ Buckwell

Ramo Secundário:


Seu tio: ____ Buckwell
A esposa de seu tio: ____ Buckwell, da casa ____
Seu primo: ____ Buckwell
Sua prima: ____ Buckwell

Bastardos:

Seu tio: ____ Waters




The Ice and Fire
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07/08/2017

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