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[RP FECHADA +18] Once upon a time in Hellholt

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[RP FECHADA +18] Once upon a time in Hellholt

Mensagem por Kermit Uller em Qui Jan 04, 2018 11:23 am


Once upon a time in Hellholt
 
Data e Horário: 370DD às 10:30 da Manhã
Descrição: A RP irá começar com o post de Kermit Uller. Esta é uma RP FECHADA e conta com a participação de Kermit Uller, Ayesha Nymeros Martell & Aylee Nymeros Martell. E se passa no (a) Toca do Inferno. E uma manhã ensolarada e o Lord de Toca do Inferno acaba de encerrar o seu treinamento com lança, quando recebe uma visita inesperada.

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Re: [RP FECHADA +18] Once upon a time in Hellholt

Mensagem por Kermit Uller em Qui Jan 04, 2018 11:25 am

Kermit Uller

Gotículas de suor surgiam sob os vincos rígidos da testa do homem, à medida que ele se movimentava no grande pátio do castelo sede da casa Uller, Toca do Inferno. Suspiros escapavam por entre os seus lábios a cada golpe que ele executava com a sua lança, pois, naquela ensolarada manhã, o senhor de Toca do Inferno havia decidido se exercitar um pouco e fazer um pequeno treino com lança na companhia de seu mestre-de-armas. — Vamos, Tass! Parece cansado. — Balbuciava para o homem de traços orientais, cuja naturalidade pertencia a Essos, já que Tass Woak era um pentoshi que vivia em Dorne há muitos anos, desde que havia sido contratado para servir a casa Uller. — A idade chega para todos, milorde Uller. — Respondeu o pentoshi, usando a sua lança num golpe rápido com o seu cabo, que veio velozmente numa espécie de rasteira tentando atingir as pernas do nobre Dornês. Porém, Kermit estava atento o suficiente para saltar para trás e bloquear o golpe com a sua própria.

— Você fala como se fosse um velho decrépito, Woak. — Rebateu Kermit, contra-atacando o mestre-de-armas com um golpe repleto de velocidade, que consistiu num giro com a lança atrelada a seu braço direito e com a haste firme sob a sua mão calejada, buscando golpeá-lo na lateral de seu corpo, embora o homem tenha sido rápido o suficiente para desviar e repelir o golpe com outro. Não demorando muito para iniciar uma série de golpes entre ambos, que eram bloqueados com maestria tanto pelo Uller, quanto pelo pentoshi, mas, isso já era se esperar, afinal, Kermit vinha sendo instruído por aquele homem desde que era apenas uma criança sem pretensões para senhor de Toca do Inferno. — Pelo menos, estou satisfeito por ter vivido o suficiente para vê-lo bloquear os meus golpes. — Comentou com uma gargalhada, segurando a lança com ambas as mãos e partindo para um ataque direto, contudo, ziguezagueando pelo caminho de modo que pudesse deixar o Uller confuso em relação ao golpe. Por fim, transformando todo aquele zigue-zague numa repentina estocada reta com lança na direção do joelho direito do Uller.

Por sorte, Kermit raciocinou rapidamente o plano de seu instrutor, e girou para esquerda, desviando do golpe e aproveitando para golpear as suas costas com a haste da lança, além da junção traseira em seu joelho. Derrubando o pentoshi como consequência do golpe desferido. — Parece que não consigo apenas bloqueá-los… — Esboçou um pequeno sorriso, estendendo a mão para o mestre-de-armas e o ajudando a ficar de pé, quando teve a sua atenção atraída para a entrada de um guarda no pátio. Ele informava sobre a chegada de um comitiva, cujo brasão de armas traziam o sol atravessado por uma lança dos Martell. As princesas… Pensou, entregando para Woak a lança. — Encerramos por hoje, velhote. — Murmurou por fim, antes de sair para os portões do castelo. Encarando além da estrada a comitiva que se aproximava.

Somente se dando conta que não estava decente o suficiente para receber as suas suseranas, uma vez que estava usando apenas calças negras de couro e um par de botas, todo suado e sem camisa com o seu tronco definido e marcado por cicatrizes disponíveis para qualquer um que quisesse apreciar a visão. Droga… Praguejou, porém, sem muito o que fazer, já que a comitiva estava há poucos metros das muralhas de Toca do Inferno.
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Re: [RP FECHADA +18] Once upon a time in Hellholt

Mensagem por Ayesha Nymeros Martell em Sab Jan 06, 2018 2:43 am









Insubmissos, Não Curvados, Não Quebrados




Ayesha não tardou a se levantar, saltando de seu rústico, porém, muito aconchegante leito improvisado no meio daquele deserto. Já estavam imersos a um bom tempo, no árido infértil caminho para Toca do Inferno. A jovem não viajava só, consigo iam, a sua irmã gêmea caçula e o restante de sua comitiva, formada por guerreiros de sua guarda e serviçais, os quais tiveram a sorte de deleitar-se de uma doce fonte de água, encontrada por eles no trajeto, em uma pequena vila sem nome. Lugarejo onde resolveram passar a noite.

Poucos estavam despertos quando a Martell, trajada de uma elegante e provocativa manta, que, mal lhe cobria certas áreas especificas do corpo, tomou em mãos seu arco negro, que não era uma arma longa, porém, em uma madeira resistente e flexível, toda decorada em um tom escuro, item do qual ela pouco se separava. Junto ao tronco, pousou de uma forma peculiarmente sensual, o coldre de couro que prendia a aljava cheia de flechas. Com seus pertences em mãos, dispensou a presença de seus guardas, e caminhou para trás de alguns rochedos ao sul da vila, a poucos metros de distância.

Diferente de muitas outras ladys, o temor por ficar sem escolta ao relento não a dominava, ao contrário, era mais um misto de excitação em seu peito. Deu alguns passos, e notou a presença de um humilde e já quase despercebido resto de tronco de árvore seca. — Perfeito para ser usado, o alvo que eu buscava! — Pensou ela. Mesmo cedo, o sol já abraçava com força a região, e há apenas alguns minutos após a partida das sombras noturnas, o clima já abrasador, esquentava. Algo para o que ela mesma não ligou, já estava habituada. Virando oitenta graus em seu próprio eixo, tendo o pedaço de madeira morta como referência, ela caminhou a largos passos distanciando-se dele.

O mais inusitado disto, em vê-la caminhar, ainda que fosse, como se desfila-se, é que sua veste lhe tornava inquietantemente um centro de prazer para quem a pudesse ver, mesmo que por relance. Um vestido de seda dourado, semitransparente, que descia com finos cortes, por suas curvas dando-lhe um generoso e revelador decote, fechado a abaixo dos seios, e se abrindo novamente pouco a cima do umbigo, expondo toda sua perfeita barriga, tinha a única função de provocar, e não cobri-la.

Cobrindo, além disto, somente seu sexo, que nada mais utilizava por baixo, além de uma pequena saia de tecido fino, em um tom mais escuro de dourado, suas pernas, brancas, levemente grossas e de um branco amendoado, ficavam expostas, e conforme o vento batia, seus cabelos e roupa dançavam na brisa, entonando uma melodia visual a cada passo. Pareciam estar criando um cortejo para o pobre resto de madeira. Parando, com olhar sereno e fixo para o nada que se revelava a sua frente no horizonte, dividido entre o céu azul de poucas e dunas e rochas, ela semicerrou seus olhos, concentrando-se, podia ouvir o som das pessoas despertando na vila, a vida que por ali se manifestava mesmo o zumbido de escaravelho entre algumas pedras próximas a ela, o próprio vento se chocando com a areia ao redor.

Sibilou tranquila, quando viu uma águia gritar alçando voo a léguas dali. A jovem não moveu sua cabeça, apenas retirou com lentidão uma flecha de sua aljava, levando-a ao arco, que segurava com firmeza. Um novo Gralhar da ave, e fez abrir com fúria seus olhos agora tensos. Pelo som que fez, ela sabia que o pássaro havia engendrado um feroz ataque em alguma presa onde quer que estivesse. Do mesmo modo, girou oitenta graus novamente, levantando o ar forte criado por seu corpo, os detalhes em faixas e pontas soltas de sua roupa. O tempo pareceu parar, e em um milésimo de segundo encaixou a flecha de metal negro a corda totalmente tencionada, disparando-a como um raio contra seu alvo, atingindo o centro do pequeno tronco morto e seco.

Sem descanso, ou mesmo tempo para se concentrar novamente, ela disparou uma nova peça, igualmente a primeira, rápida, que se cravou a centímetros anterior, e assim uma terceira, e quarta, e quinta, a cada disparo um passo novo rumo ao indefeso alvo, os segundos eram lentos enquanto voavam os projeteis negros, quase invisíveis aos olhos. Menos aos dela, que ignoravam tudo que não fosse seu foco. Uma a uma as pontas iam se aconchegando como irmãs onde ela as alocava, removidas de sua aljava para o dorso de lenho seco.

Quando terminou, ainda havia uma flecha remanescente em punho, e o arco estático em seu braço esquerdo esticado, enquanto o direito tencionava a corda pronta para disparar o próximo raio preciso, rumo ao que a mira da jovem concentrava fitava. Um círculo perfeito, desenhado por suas flechas, cada uma a dois centímetros da outra, isto a uns trinta metros, dez peças disparadas em nove segundos, um novo recorde para ela mesma, que ainda assim não se permitia sorrir com o resultado. Não dissipando a seriedade do semblante, belo e contido. — Pode falar irmã… — Comentou em voz alta e altiva, sem nem trepidar as pálpebras, mantendo a postura. — … Consigo ouvir seus passos soturnos a cem metros, como uma águia vê uma presa a quilômetros no céu imenso! — Dando um grande sorriso. A alguns segundos perceberá a chegada “silenciosa” de Aylee, que tentava manter-se oculta e observá-la.

Ayesha reconhecia a superioridade de sua irmã caçula nos assuntos mais eruditos, sua extrema compatibilidade com poções de antídotos e venenos, mesmo com sua perícia em certos aspectos das artes, porém, tinha plena convicção de sua maior desenvoltura em termos de sobrevivência em combate. — Estava apenas praticando… Não sei ao certo, mas, sinto que ainda há onde melhorar… Já devemos partir? — Questionou virando-se para encará-la. — Tudo bem, está certa. Tão logo partirmos, mais rápido chegaremos! — Dito isto, as duas caminharam juntas de volta ao pequeno vilarejo, onde seus companheiros de viajem já haviam organizado toda a comitiva, eram cerca de sete da manhã, se o clima os ajuda-se, entre dez e trinta e onze estariam em seu destino em fim. E isto animou a jovem princesa, que não via a hora de concluir sua demanda.

Algumas horas depois…

A viagem transcorria bem, e a fortaleza dos Ullers já estava às vistas. Em sua carruagem, Ayesha admirava a paisagem de vida inóspita que a imensidão quase vazia do deserto lhe concedia. Um tom opaco e sem vida para muitos, mas algo que ela aprendera a amar desde o nascimento, uma vez que tudo ali lhe pertencia, Dorne, uma terra castigada pela aridez, sem muito para a maioria, era aos seus olhos, o próprio berço da riqueza e da prosperidade.

— Não Aylee, esta paisagem me agrada em muito... — Comentou olhando pela janela, esboçando um tímido sorriso. —  … E me alegra mais ainda, saber que nessa temperatura tão escaldante, logo encontraremos com o corpo de nosso querido Kermit. — Concluiu encarando a irmã, sem abandonar seu tom malicioso.

— Não seja tão assim… — Retrucou com um leve sorriso de desdém. — Quando convenci nossos pais a nos enviarem a esta pequena “missão diplomática”, para estreitar os laços de amizade e lealdade que nos unem a nossos servos, os Ullers, você sabia muito bem, qual minha intenção com “estreitar laços” com o Lorde da Casa Uller. Esqueceu-se como você mesma sempre enlouquece toda vez que discutimos um pouco de política com nosso amigo entre lençóis e vinhos na cama? — Ao mesmo que falava deleitava-se ao ver as reações de sua doce irmã, que embora contida, não conseguia negar o fogo que tal qual ela mesma, sentia com a relação que os três há tempos possuíam. Tocando-lhe o queixo ela prosseguiu. — Ou esta enciumada hoje? … — Aproximou seu rosto ao de sua companheira, bem devagar e manhosa. — ... Mas sabe que não deve, compreende que minha paixão é pelos dois não é irmãzinha? Mas meu amor é somente seu... —

Terminou sem aguardar resposta nenhuma, dando um arrebatador beijo nos lábios de Aylee, que pacifica aceitava a invasão deliciosa de Ayesha, que a sorvia com malícia, desfrutando o sabor da irmã que amava como nada mais neste mundo.

— Sim… Temos que tratar… Destes assuntos… Políticos... — Balbuciava em resposta ao comentário da caçula, que sem sucesso vez ou outra libertava sua boca, tentando falar com mais retidão quanto ao que, na verdade, falsamente as levara ali, os laços da nobreza Dornesa. No entanto, a mais velha sentia sua falta de vontade em para-la. Portanto, apenas ignorava, mordendo-a e a amando com paixão. Puxou-a para seu colo, passou a acariciar suas curvas, idênticas as dela, bem feitas e macias, em um corpo jovem e excitante.

A liteira, porém estacionou, e a voz de um de seus servos ecoou para dentro de seu transporte que fervia mais que o próprio deserto lá fora.  — Chegamos a Toca do Inferno Minhas Senhoras! — Informou o servo.

— Bem… Necessitamos ir não é mesmo? — Comentou, ainda dedilhando pequenos beijos, e trocas mutuas de carinhos. Recompondo-se segundos depois então, ambas seguiram seu protocolo. A mais velha tomando a frente, seguida de sua irmã. Com seus guerreiros protetores a postos em sua defesa. Elas desceram de sua carruagem, sendo recebidas com calorosa hospitalidade pelos servos do castelo.

Olhando mais a frente, Ayesha trocou por segundo infinitos olhares com aquele a quem veio buscar. Kermit, o Lorde Uller, a quem a exemplo de agora mesmo, seu coração sempre respondia com acelerados batimentos, fortes e descompassados. Ainda mais ao vê-lo daquela forma. Suado, com seu físico exposto, trajando uma simples bota e uma calça negra, aparentemente de couro. Um pecado no qual ela estava prestes a se deliciar, aliás, não via tempo para isto, brincou com a ponta da língua sob seus lábios. Estática onde estava aguardou até que seu anfitrião e vassalo as viessem recepcionar.

Habilidade Treinada:

Treino Arco Flecha






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