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The seven kingdoms of Westeros

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The seven kingdoms of Westeros

Mensagem por Storyteller em Sex Ago 11, 2017 11:52 am




OS SETE REINOS DE WESTEROS

A RECONQUISTA E OUTROS GRANDES MOMENTOS

O RETORNO DOS TARGARYEN COMO REIS DOS SETE REINOS

Há muito tempo, antes mesmo da atual configuração de Westeros, o domínio estava em caos. Homens e mulheres da nobreza se digladiavam atrás de seus próprios benefícios enquanto o reino sangrava, mas tudo mudou quando Aegon VI Targaryen ou Jovem Griff desembarcou nas praias das Terras da Tempestade, e posteriormente Pedra do Dragão. A sanguinolenta batalha entre as forças da Coroa sob comando de Loras Tyrell - após o Cerco de Pedra do Dragão - contra as forças de Jovem Griff demonstraram que o herdeiro de Rhaegar Targaryen não estava ali de forma leviana, e logo as notícias se espalharam por meio de emissários.

Com Tommen Baratheon no poder, as Terras da Coroa e domínios vizinhos pensaram que teriam um governante minimamente satisfatório em comparação ao Leão Sanguinário (apelido dado pela própria população de Porto Real em deboche de Joffrey Baratheon), todavia, com a manipulação da então Cersei Lannister (liberta após a Caminhada da Penitência e morte da antiga Mão, Kevan Lannister) e do fraco Pequeno Conselho, a Coroa não soube resolver seus problemas financeiros, tampouco lidar com a ameaça de Jovem Griff sob comando da Companhia Dourada. A situação da Coroa piorara quando o antigo Mestre dos Navio desertou e renegou seu Rei, tomando parte do tesouro de seu suserano real e de muitos navios, refugiando-se em Passopedra.

As Terras da Tempestade foram conquistadas pouco a pouco pelo poderio da Companhia Dourada, sob comando de Jovem Griff e Jon Connington que ressurgiu das cinzas mais como uma fênix do que como um grifo, coroando seu pupilo e revelando sua identidade Targaryen. Os senhores marciais enxergaram na dupla a oportunidade de destronar a Rainha Regente e seu fruto incestuoso que jazia no Trono de Ferro, uma senhoria real garantida pelo assassinato de Robert Baratheon como segundo gritara A Irmandade Sem Estandartes por todas as Terras Fluviais, e reforçada pela pretensão de Stannis Baratheon que difamava os Lannister por onde ia.

Com as Terras Fluviais em caos, Peixe Negro fugiu após Sor Jaime Lannister conquistar o castelo com a ajuda de Lorde Edmure Tully que ficou conhecido como a Truta Podre ao render Correrrio aos lealistas e infames Frey. Brynden Tully reuniu remanescentes de casas nobres dos rios, atacando o comboio ocidental que escoltava Edmure Tully ao passo que um plano sorrateiro (este desenvolvido por Brynden Tully e seu sobrinho Edmure) se desenrolava sob as ameias da antiga sede Tully, um plano que consistia em resgatar Jeyne Stark com o herdeiro de Robb Stark, no entanto a mesma morreu durante a fuga junto do mesmo.

Os Tully sob comando de Brynden e Edmure passaram a recrutar casas nobres que até então não haviam se envolvido com o Cerco de Correrrio como os Butterwell, homens Deddings, Grell, Harlton etc. A Irmandade Sem Estandarte provou seu valor quando Beric Dondarrion lutou ao lado Tully, passando a massacrar as forças Lannister e Frey para recuperar o antigo castelo Tully, Correrrio e impedir a carnificina patrocinada pelas forças lealistas.

A Campina adotou uma política isolacionista após a Rainha Regente ter armado a Fé Militante resultando em questionamentos contra os nobres da região. Olenna Tyrell retirou-se para Jardim de Cima, levando consigo o então recuperado Loras Tyrell. A matriarca e o cavaleiro das floresta escaparam de um julgamento financiado pela Coroa que tinha o pretexto de trazer à justiça devido ao assassinato de Tywin Lannister, assim como a fuga proporcionada à Tyrion Lannister. Margaery Tyrell, a Rainha, lidaria com a fúria de Cersei Lannister se não fosse por Tommen Baratheon que logo exigiu que Olenna e Loras retornassem a Porto Real para enfrentar o julgamento da Coroa, o que não aconteceu.

O Vale permanecia sob controle de Lorde Petyr Baelish que detinha a tutela de Robert Arryn. Baelish foi excepcional ao repelir as tentativa dos Senhores Declarantes com diplomacia, marginalização e subornos. Mindinho segurava Alayne Stone (Sansa Stark) no Ninho da Águia para lhe ensinar e proteger antes de suas empreitadas no Norte. O então Protetor do Vale casou Alayne Stone - que logo se revelou como Sansa Stark - com Harrold Hardyng, revelando publicamente o evento e atraindo a ira de Cersei Lannister.


Harold Hardyng e os exércitos do Vale cavalgam à mando de Petyr Baelish e Robert Arryn para o Norte, que era atacado por Stannis Baratheon por um lado. Corvos voaram e uma parte do poderio do Vale subiu o Gargalo, coletando aliados graças à imagem de Sansa Stark à frente da cavalaria Ândala do leste. Logo casas como os Cerwyn, Flint de Atalaia da Viúva, Hornwood, Tallhart, Umber e Flint de Dedo de Pederneira se uniram à Harrold Hardyng e Sansa Hardyng, da Casa Stark, para retomar a sede do Norte e entregar para seus guardiões por direito. Rickon Stark logo seria descoberto vivo em Skagos por Sor Davos Seaworth, à mando da Casa Manderly cuja jurou lealdade à Stannis Baratheon como seu rei verdadeiro.

Importantes batalhas foram travadas, tanto pelas forças de Stannis Baratheon como pelas forças de Harrold Hardyng mas após um ano de pesada guerra os nascidos do ferro foram expulsos e os Bolton destronados.

Rickon Stark sentou-se em Winterfell e passou a comandar o castelo com um conselho formado por bons guerreiros e sábios da Casa Manderly, Casa Mormont e por sua irmã mais velha, até retornar para o Vale. O temperamento do Stark caçula era conhecido, todavia Walda Bolton, da Casa Frey, foi poupada de execução, sendo permitido ter a senhoria de Forte de Pavor até a maioridade de seu filho. As condições impostas à Walda foram que o futuro Bolton fosse criado em Winterfell como refém e tivesse as terras da casa reduzidas e presenteadas à casas aliadas aos lobos do inverno, como os Hornwood. Um tributo de sangue também foi firmado, onde a cada geração Bolton uma criança deveria ser entregue para ser criada pelos Stark, preferencialmente o herdeiro.

As Ilhas de Ferro, sob comando de Euron Greyjoy passaram a atacar a Campina que praticava sua displicência perante a Coroa. O domínio sulista da Campina sofreu por inúmeros ataques, sendo um dos mais famosos a Batalha das Ilhas Escudo, tornando as invasões dos nascidos do ferro incrivelmente bem sucedidas e garantindo a prosperidade daquele povo. Asha Greyjoy escondeu-se no litoral do Norte, evitando a ira de seu tio e o aço nortenho, enquanto recuperava forças para navegar até sua casa. Pretendia esperar pela volta de Euron Greyjoy com intenções homicidas enquanto dialogava com o povo sobre o crime hediondo que seu tio praticara contra Balon Greyjoy. A herdeira Greyjoy também dialogou pacificamente com os nortenhos, com proposta de trégua mas nunca seus corvos voltaram.

As Terras Ocidentais ficaram sob comando de Daven Lannister e de parte do poderio Frey que garantiram o funcionamento da da produção de ouro que continuava tão forte como na época de Tybolt Lannister, porém, as reservas Lannister eram esvaídas cada vez mais pelas tentativas de Cersei Lannister de estabilizar a Coroa e combater seus inimigos. Ressentido com  Cersei, o então Guardião do Oeste cortou seu fornecimento para a Coroa. Acusou-a de ter matado Kevan Lannister e depois isolou a região temendo ataques dos nascidos do ferro que se mostravam cada vez mais ousados na Campina. O novo Guardião do Oeste por conveniência e momento concentrou-se em evitar mais conflitos e continuar a produção econômica da região.

Dorne que permanecia revoltosa desde o assassinato de Elia Martell e a morte do Príncipe Oberyn Martell enxergou em Jovem Griff - que dominou as Terras da Tempestade - uma forma de atacar a Coroa e obter a vingança por seus familiares. Incentivado por Arianne Martell, as Serpentes de Areia e Ellaria Sand, o então Príncipe Roinar Governante, Doran Martell aliou-se ao suposto herdeiro de Rhaegar Targaryen que agora contava com apoio do antigo Mestre dos Sussurros, Varys.

As Terras Ocidentais permaneciam fechadas. A Campina repelia as Ilhas de Ferro. As Terras da Tempestade e Dorne unidas sob o comando e a esperança do herdeiro de Último Dragão. O Vale e o Norte mantinham uma aliança improvável e frágil calcada em interesses políticos e sustentada pela figura de Sansa Hardyng. As Terras Fluviais e as Terras da Coroa permaneciam sob aço e sangue, uma contra outra, graças à Edmure Tully e Peixe Negro, este último que tornou-se uma lenda nos domínios Tully, recebendo canções de inúmeros bardos.

Tudo mudou quando a Nascida da Tormenta aportou com seus Imaculados, Dothraki’s, mercenários e seus três dragões em Pedra do Dragão, onde seu sobrinho articulava planos para mover as Terras da Tempestade e Dorne contra Porto Real, devido o momento mais vantajoso desde a Batalha da Água Negra. Daenerys Targaryen e Aegon VI Targaryen casaram-se em Pedra do Dragão numa cerimônia simples e meramente formal, oficializando a aliança entre os dois sangues de dragão.

Com a notícia da chegada da filha que se aliara ao neto de Aerys II Targaryen, a Leoa tentou alianças com todo Sete Reinos, sendo respondida por Daven Lannister, devido a uma articulação duvidosa de seu irmão Regicida; Olenna Tyrell, graças ao encarceramento e ameaças à vida de Margaery Tyrell; e Euron Greyjoy que traído por seu irmão, Victarion e presumivelmente rejeitado pela Não Queimada, decidira tomar o lado mais oportunista.

Duras batalhas foram travadas entre as forças lealistas da Coroa Baratheon e as forças rebeldes da Khaleesi e de Aegon VI.

Tambores da Tempestade foi uma famosa batalha liderada por Jon Connington contra as forças da Campina na Estrada da Rosa, e que levou à morte milhares de homens de ambos os lados, no entanto, a vitória pendeu para o mesmo.

Batalha da Pegada Vermelha foi outra batalha famosa mas de cunho naval onde as forças lideradas por Lorde Trebor Jordayne, Ulwyck Uller e Symon Santagar emboscaram a frota de Euron Greyjoy em Passopedra com a ajuda de Auranne Waters que procurava a ruína de Cersei pelo fato deste ter traído ela com o roubo de navios da frota real e uma parte do tesouro real. Olho de Corvo conheceu a derrota, mas a vitória dos inimigos foi amarga por ter causado a perda da frota de Waters, assim como muitos navios dorneses. Muitos homens também morreram, entretanto atrasaram Olho de Corvo o suficiente para uma mensagem chegar aos ouvidos da Mãe de Dragões e seu marido. O maior capitão pirata das Ilhas de Ferro também ficou conhecido por manter diversos homens dorneses, piratas de Waters e o próprio em seu porão, submetendo-os à métodos de tortura envolvendo feitiçaria de sangue.

A Batalha da Lula Esmeralda foi um embate entre Victarion Greyjoy - que passou a servir A Não Queimada esperando que esta matasse seu irmão e sobrinha, resultando na senhoria e independência das Ilhas de Ferro. Tal acordo viabilizado por seu consorte, Aegon VI Targaryen. Apesar do número reduzido e abatido da frota de Euron, o então declarado Rei das Ilhas de Ferro derrotou seu irmão Victarion utilizando-se de magia de sangue e fogo vivo fornecido pelos alquimistas sob governo tirânico e louco de Cersei Lannister, em Porto Real, como um sinal da aliança mútua. Após a batalha aportou no Gancho de Massey e enviou seu irmão cativo para Porto Real. O destino do homem foi decidido pelas mãos de Cersei Lannister que comandava o reino atrás da imagem de seu filho Tommen.

Choro da Liberdade foi mais um massacre do que uma batalha, segundo os bardos, e relata o conflito ocorrido entre as forças Targaryen e as forças lealistas da Coroa Baratheon/Lannister. Aegon VI, que havia domado Rhaegal em Pedra do Dragão, montou em sua fera e voou ao longo do Gancho de Massey e da Goela passando a queimar todo o dracar que repousava sobre sua visão. Euron Greyjoy sentiu seu ego e todos os seus anos de experiência no mar - e em Valíria, como ele mesmo dizia - se desvanecerem num embate sangrento que carregou a Casa Massey, a Casa Bar Emmon e sua frota prejudicada por duas batalhas anteriores contra Aegon VI e sua fera cuspidora de fogo. Balistas, arcos e flechas, arremesso dos restantes potes de fogo vivo e até magia piromântica de feiticeiros escravizados não serviram mais do que atingir - em vez de matar - e enfurecer mais a dupla. Os sobreviventes da batalha dobraram o joelho à Aegon VI. Os nascidos do ferro inteligentes o suficiente que se renderam foram feitos cativos, e os mais revoltosos foram queimados vivos. A última visão que os nascidos do ferro tiveram de Olho de Corvo foi seu corpo em chamas afundando no Mar Estreito antes de gritar pragas em Alto Valiriano enquanto os feiticeiros escravizados cantavam cânticos antigos de maldições e pragas contra o ele que mais pareciam choros numa língua antiga, gutural e bestial.

A Guerra dos Cinco Dragões, como ficou conhecida a empreitada de Daenerys, seus dragões e marido, terminou com a vitória, trazendo novamente a Dinastia Targaryen ao poder em Westeros, a morte de Cersei Lannister e Jaime Lannister, assim como a morte de Tommen Baratheon e Myrcella Baratheon. Stannis Baratheon morreu então após batalha, não conseguindo sobreviver mesmo com a ajuda da cavalaria Ândala, muito embora alguns historiadores digam que Petyr Baelish desempenhou um papel nesta morte. Selyse Florent morreu pouco a pouco de desgosto e profunda depressão, tendo sua filha Shireen Baratheon feito cativa em Porto Real. No entanto não demoraria muito para novas crises despontarem no Domínio e ameaçar a Coroa Targaryen.

Com a chegada dos Outros, Lorde Comandante Jon Snow enviou corvos à todos os cantos de Westeros.  A Patrulha da Noite foi respondida prontamente pelo Norte - que surpreendeu-se com os boatos da ressurreição do Bastardo de Winterfell - e conquistando a estima e amizade da Coroa Targaryen. O novo rei e rainha logo pressionaria todos os reinos a erguerem suas espadas ainda cansadas e revoltosas com a Guerra dos Cinco Dragões.

A Batalha de Atalaialeste do Mar foi um embate entre as forças dos Outros contra as forças skagosi lideradas por Rickon Stark; As forças da Patrulha da Noite lideradas por Jon Snow, e demais nortenhos que tentaram conter o avanço dos Outros. Foi uma batalha vencida pelos nortenhos com auxílio de Daenerys montada em Drogon à frente de grande parte de seu exército dothraki abastecido com vidro de dragão da antiga fortaleza insular de sua família.

Desgraça da Dádiva foi uma batalha entre os Outros e as forças dos homens que ocorreu em simultâneo com a Batalha de Atalaialeste do Mar. Enquanto uma parte do Exército dos Mortos destruía o lado oriental da Muralha e fazia seu caminho para o sul, um levante de mortos atacava Atalaioeste da Ponta. Devido a sua posição estratégica a Patrulha da Noite pôde segurar as forças dos Outros por mais tempo do que esperado, alertando o Norte, entretanto, os Mortos venceram, destruindo tudo em seu caminho e invadindo as Montanhas do Norte, Dádiva e avançando para Mata de Lobos.

Muitas batalhas se desenrolaram contra os Outros mas a mais importante foi a Batalha da Primavera que reuniu os três dragões de Daenerys Targaryen e um dos maiores poderios dos homens já reunidos desde a Longa Noite. Foi travada próxima de Fosso Cailin. A vitória foi dos Vivos, mas a um custo muito amargo que se traduziu em dezenas de milhares de mortos, inclusive muitos nobres e agentes importantes como Jon Snow, Theon Greyjoy, Sandor Clegane, Melisandre de Asshai, etc. Os dragões de Daenerys Targaryen não saíram intactos pois Rhaegal foi morto pelo Rei da Noite momentos antes de ser derrotado pelo Senhor Comandante da Patrulha da Noite e a Rainha Dragão, onde Aegon VI salvara-se por pouco de ser morto junto de seu dragão que ele domara, a fera que carregava em seu nome uma homenagem da Rainha Dragão à Rhaegar Targaryen. Viserion foi atingido pelo Rei da Noite, desaparecendo no Golfo da Dentada. Apenas Drogon sobreviveu. Um evento pouco conhecido e importante foi a naturalização póstuma do Lobo Branco, que passou a ser referido como Jon Stark.

A Coroa aliou-se a todos os domínios de Westeros sob o poder, carisma, respeito e status heróico da Mãe de Dragões e do Herdeiro do Último Dragão.

O Banco de Ferro de Braavos logo soube da morte de Stannis Baratheon, após a Batalha de Winterfell, e não tardou para cobrarem a Coroa Targaryen a sua dívida gigantesca feita pelo irmão mais velho daquele que eles apoiaram. A Quebradora de Correntes utilizou todos seus recursos monetários para quitar a dívida que levou décadas enquanto se equilibrava com a questão dos dothraki restantes e dos Imaculados que foram alocados nas Terras da Tempestade (acolhidos por Gendry Waters, naturalizado por decreto real, assumindo Ponta Tempestade), Terras da Coroa e em Dorne. Os pequenos grupos dothraki passaram a viver sob rígido olhar dos westerosi e principalmente do rei e da rainha, e não demorou para que o sangue nômade dos dothraki se misturasse com os nativos. Todavia, a empreitada da Rainha Dragão com seu khalasar não foi totalmente sucedida, o que rendeu revoltas de pequenos grupos dos senhores de cavalo que foram derrotados amargamente pela sua antiga Khaleesi, resultando no exílio em Essos.

ATUALMENTE

UM REINO APARENTEMENTE PACÍFICO

Westeros tem andado sob um governo agradável e satisfatório para a maioria dos domínios. O casamento entre Lewyn Martell e Gael Targaryen foi um marco histórico e nostálgico que resgatou promessas antigas e quebradas da época do Rei Louco e tem se provado não ser o sucessor de eventos trágicos mas sim, prósperos. Rei Lewyn Martell, caçula da Princesa Roinar Governante ficou bastante conhecido ao ganhar diversos torneios de pequeno porte e ter sido oferecido após um torneio de Porto Real. Sua capacidade de combate e estratégia tal como modo galante que se mescla com seu aspecto feroz não suplantou sua linhagem antiga e valorosa, mas apenas serviu como um trampolim para o casamento com Gael.

A Rainha Gael Targaryen é a irmã mais nova de Rhaegon Targaryen e ascendeu ao trono após o mesmo morrer de febre. Seu irmão mais velho teve um reinado inferior a um ano e pouco expressivo. Gael é a que mais toma as rédeas dos Sete Reinos, pelo menos em questões relacionadas à diplomacia e economia. Sendo uma mulher tão inteligente como doce, consegue angariar o amor do povo, especialmente em Porto Real. Seu casamento com Lewyn Martell tem seu provado sólido e consistente, refletindo em bons frutos para algumas regiões e nem tanto para as outras. Gael e Lewyn geraram juntos quatro filhos. Tem também uma irmã mais nova chamada Shiera Targaryen.

O Domínio de Dorne, as Terras da Tempestade e as Terras Fluviais estão num grande momento de aproximação que já não era visto a muito tempo, antes mesmo da antiga Mãe de Dragões. O comércio é um dos pontos fortes entre estes domínios para com a Coroa.

As Terras Ocidentais e o Domínio da Campina tem se mostrado insatisfeitos, cumprindo suas obrigações tributárias por mera formalidade visto que a Coroa não tem dado tanta atenção e visibilidade para os mesmos devido a fatores como localização, historicidade e conflitos de interesses destes para com a realeza, sendo tarefa problemática até mesmo para a diplomacia e tato de Gael em agradar todos os lados. A expansão da influência da Fé Militante apoiada por seus dois grupos militares mais organizados tem garantido a crescente opinião do povo contra a Coroa nos domínios da Campina e até mesmo das Terras Ocidentais sendo que as declarações polêmicas e a fuga do Alto Septão para Septo Estrelado apenas tem reforçado uma sensação geral de que algo está por vir.

As Ilhas de Ferro tem contribuído minimamente em questões tributárias, não prestando contas em relação as leis da Coroa ou justificando a economia da mesma que parece não estar tão ruim como era de se esperar pela mesma só ter peixe, ferro e sal. As invasões e a pirataria tem se tornado constantes, mas os mesmos procuram fazê-las de forma discreta enquanto aguardam o melhor movimento se apresentar.

Norte e Vale, como sempre, mantém-se inexpressivos e cumpridores de suas obrigações, entretanto, a proposta de casamento de Shieera Targaryen para o jovem Guardião do Leste promete mudar este cenário, junto de um torneio por vir em honra a este movimento político promovido pela Coroa e por renomados senhores que auxiliam publicamente a gestão da região. Ambas as regiões lidam com problemas de ataques visto que os nascidos do ferro transformaram-se em um problema assim como os clãs das montanhas do Vale que tem dificultado o comércio por terra e a segurança pela Estrada de Altitude e arredores.

A Baía dos Dragões, domínio além-mar da Casa Targaryen tem enfrentado dificuldades em questões mercantis devido o constante ataque de piratas às caravanas mercantis que velejam para Dorne e Porto Real. Volantis tem se tornado em polvorosa para com Braavos, Pentos e Qohor desde a eleição da nova Tríade de Triarcas que agem sob o comando do Alto Triarca, como assim se intitula o dito cujo. Em Mantarys, na beira do Caminho do Demônio as poucas caravanas que por ali passam e os poucos habitantes tem sido encontrados ora despedaçados, ora queimados e nem patrulhas enviadas pela Baía dos Dragões foram capazes de desvendar tal mistério.



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