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[RP Fechada] The family that moves my interests

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[RP Fechada] The family that moves my interests

Mensagem por Casper Tully em Dom Jan 28, 2018 6:04 pm


The family that moves my interests

Data e Horário: 369 às 20:00hrs PM
Descrição: A RP irá começar com o post de Casper Tully. Esta é uma RP FECHADA e conta com a participação de membros da casa Tully e envolvidos. E se passa em Harrenhal. A Mão da Rainha retorna para suas terras para juntar-se aos seus demais familiares em uma reunião antes programada. Assuntos a respeito do futuro dos rios são colocados em pauta.

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Re: [RP Fechada] The family that moves my interests

Mensagem por Casper Tully em Dom Jan 28, 2018 8:37 pm

Black Fish


A construção vista de longe era magnífica, mesmo que estivesse em condições deploráveis por conta dos estragos que marcaram a paisagem para sempre ainda podia-se notar tamanha grandeza que um dia houve sobre a fortaleza de Harren, agora pertencente aos Tully e sob os cuidados de Casper. Quando mais jovem tentou restaurar boa parte de tudo aquilo, porem os gastos ultrapassaram a cota necessária para reconstruir algumas paredes sofridas com deformidades por toda a extensão. Reparos básicos foram feitos e isto já garantia uma boa estadia.

Atravessou o grande portão, notou a pouca movimentação ainda presente por dentro das muralhas e a rápida divisão de homens que trabalhavam para ao menos conseguirem o controle de uma boa parte de toda Harrenhal. O cheiro de fuligem ainda conseguia preencher as narinas de Casper, mesmo após tantos anos da grande devastação da fortificação.

— Irei de imediato para o grande salão milady, há alguns assuntos que devo tratar antes do jantar. Por favor, descanse um pouco da viagem e se apronte. — Puxou a mão destra de sua esposa e deixou um beijo sobre a região, seguidamente se aproximou o suficiente para lhe tocar os lábios. Com um confiante sorriso deixou com que sua companheira seguisse rumo aos seus aposentos.

Casper amava sua esposa e nutria grande paixão por ela, colocando a estabilidade da mesma acima de todas suas responsabilidades, mesmo que isso viesse a comprometer suas funções com todo o reino. A adorável donzela do Vale esteve ao lado do Peixe Negro por anos, lhe fornecendo apoio em todas suas decisões, além de lhe recepcionar com belos e saudáveis filhos.

Em alguns minutos de caminhada pelos estreitos corredores pouco guarnecidos e instáveis o homem chegou até o salão principal da fortaleza. Dois guardas que o acompanhava certificaram-se de empurrar as grandes portas que rangeram ao revelar completamente o Salão dos Cem Corações.

Aquele era o local preferido de Casper por toda Harrenhal, também um dos poucos pontos do castelo que certificou de concluir os reparos. Longas cortinas de seda preenchiam todas as janelas, lustres eram espalhados de forma que todo o salão fosse bem iluminado, pilastras tiveram de ser construídas para que não houvesse nenhum comprometimento nas obras de reforma, algumas lareiras antes destruídas foram restauradas e também uma extensão de grandiosos quadros foram alocados sobre as paredes que ainda possuíam marcas do horrendo passado.

— Posso garantir que Lorde Ormund não é tão grandioso como nesta pintura. — Precisou gritar do outro lado do salão para chamar a atenção do jovem que se encontrava em pé analisando um dos quadros sobre a parede. A pintura retratava um episódio que o Peixe Negro juntou-se ao Senhor das Tempestades em uma caçada; ambos ainda eram jovens.

O garoto virou-se e esbanjou um sorriso, deixou de encarar o quadro e partiu com uma pequena corrida rumo ao Tully que despojava de vestimentas comuns e confortáveis. A mão da Rainha abriu os braços e recebeu o garoto com um abraço, seu sobrinho querido, Trevor.

— Veja só como cresceu! — Se afastou e então segurou ambos os ombros do garoto. — Certamente muitas jovens invejam Shireen Baratheon por isso. Todos meus sobrinhos estão crescendo fortes e belos, a semente é realmente boa. — Disse mostrando o grandioso sorriso em seus lábios e dando tapas sobre as costas de Trevor.

Trabalhou duro buscando uniões fortes para a família, algo que não somente envolveu a união de seu sobrinho - atual senhor dos rios - com uma Stark, mas também garantiu que todos seus filhos e sobrinhos tivessem bons conjugues, assim como o próprio. A fama de casamenteiro já vinha se espalhando por todos os sete reinos, a chegada do Tully sempre era acompanhada de ofertas para uniões e dessa vez não seria diferente.

— Vamos, sente-se meu bom rapaz. — Virou-se para a grande mesa alocada sobre o salão e a mostrou para que o jovem herdeiro escolhesse o seu assento. O anfitrião deveria estar sempre sobre a ponta e a direita sua companheira, assim fez. — Como vai vosso pai? E vossa mãe? — Disse enquanto se ajeitava em seu assento e apoiava os braços sobre a mesa ainda vazia.

Já tinha informações a respeito da baixa saúde de seu sobrinho mais velho e sabia muito bem como os anos não estavam sendo agradáveis para o Lorde Tully, mesmo que o tal ainda estivesse em sua jovialidade e tivesse muito tempo ainda para preparar suas crias. Trevor era um garoto de personalidade forte, mas suas habilidades não iriam além de manejar uma espada e criar inimigos. Os próximos anos seriam conturbados, prevendo isto conseguiu um aval da Rainha para retornar até a região dos rios e aprontar o terreno para uma série de acontecimentos que desencadeariam tempos novos.

Seus olhos encaravam o pequeno, notava o quão verde ele era. Seu sobrinho precisava aguentar mais alguns anos, pelo menos tempo o suficiente para o rapaz amadurecer. Talvez cortejos femininos conseguissem colocar a cabeça de Trevor para funcionar e fazer o guerreiro das Fluviais se tornar um bom líder com o tempo.

— Seus irmãos e seus primos ainda não apareceram, pretendo vê-los ainda antes de servirem a refeição. Espero que ainda tenham modos e ao menos apareçam para agradar meu coração derretido… — Disse em um tom irônico enquanto observava a porta fechada sobre o outro lado do grandioso salão. — Garoto, a família é tudo, nunca deixe de proteger quem você ama, não importa as circunstâncias. — Mudou seu tom de voz e aplicou um olhar sério em direção ao jovem peixe.

[ ... ]

Por um bom tempo o Tully permaneceu conversando com seu sobrinho, repassou alguns ensinamentos para o garoto e também sorriu com as histórias que o tal tinha para contar. Ele certamente tinha pouco de seu pai, herdando toda a convicção de sua mãe, além de uma aparência peculiar dos Stark.

Portas laterais se abriram, a criadagem partia com grandiosos pratos e caminhavam pelo extenso piso de ardósia em direção a grandiosa mesa que preenchia uma boa parte do centro do salão. As lareiras foram acesas uma a uma, as cortinas foram recolhidas para que a noite fosse deslumbrada pelas imensas janelas que havia sobre as paredes. Passadas e risadas vieram de uma das galerias que subiam sobre as laterias, logo mais crianças correram e desceram as estreitas cadas e aproximaram-se do Peixe Negro.

— Todos estão tão grandes. — Arrastou a cadeira em que sentava para o lado e ainda sentado se virou para as crianças que se aproximavam para lhe cumprimentar. Seus sobrinhos e netos, nem ao menos chegou a presenciar o nascimento de alguns, mas mesmo assim os tratava da mesma forma que todos. Adorava crianças e isso sempre o tornou a figura preferida da família por conta das bajulações.

Assim como as crianças os adultos juntaram-se à mesa. Casper cumprimentou todos antes de pedir para que a comida fosse servida.

— Têm muitos anos desde estivemos juntos, meu irmão teria se emocionado com essa eventualidade, infelizmente a morte abraçou Hoster. — Enviou um olhar firme para sua esposa e segurou a mão da mesma que se encontrava sentada em sua proximidade. — Mas o futuro cabe a nós que ainda estamos vivos, nutrimos gerações saudáveis e permanecemos unidos acima de qualquer eventualidade. Sou grato a todos vocês por me darem um motivo para querer viver. — Com cordialidade abaixou a cabeça como se estivesse reverenciado seus familiares.

Um sinal de mão foi feito e então as tampas dos pratos foram tiradas, a comida farta preparada para aquela noite então foi revelada. A refeição incluía uma grande porção de carne de gado, ovelha e porco, tanto cozidas como assadas; Pato ao mel; caranguejo; costelas em uma crosta de ervas e alho; leitões; torta de pombos; lesmas ao mel e alho e torta de lampreia. Como bebida foi servida uma boa quantidade de cerveja, vinho, sidra e água para Casper. Todos prosseguiram e começaram à se servir.

A Mão se serviu com um pouco de água - única bebida que fazia questão de beber por certas condições de saúde - e encarou seu sobrinho Hoster que também se servia da comida sobre a mesa. O rapaz era forte, foi criado sobre uma boa conduta e sem dúvidas acabou tornando-se um excelente cavaleiro. Casper ofertou um bom posto em Porto Real para o homem na própria guarda da cidade, porem o tal recusou para manter seu juramente com a Lady da casa Mooton.

— As coisas vão bem com Lady Aleera? — Disse recolhendo um pedaço farto de uma torta de lampreia e colocando-o em seu prato. Seus olhos focavam-se na comida enquanto prosseguia com o assunto puxado com o rapaz. — O Sor poderia trazê-la em sua companhia, seria gratificante que Lady Mooton e sua irmã nos acompanhassem… A pequena ainda é nova, seria uma boa companhia para a irmã de Trevor. — Olhou para o rapaz que se empanturrava com uma coxa gorda de pato. — Se Hoster se encarregar de conversar com Aleera dou minha palavra de que a criança será bem tratada em Correrio. — Moveu um pedaço de torta para a boca.

Seu sobrinho já tinha uma boa idade e ainda não havia arranjado um casamento, estava mais que na hora de guiá-lo a construir uma família e dar seguimento em uma linhagem. Juntá-lo com um vassalo local seria de grande prestígio, além de garantir uma união estável para as Fluviais.

— Notei que tem boa conduta com a jovem de Lagoa da Donzela, é admirável que mantenha sua palavra protegendo-a, entretanto acredito que um laço matrimonial seja ainda melhor para ambos… Posso me encarregar de enviar um corvo em pedido de casamento, garanto que ela não irá recusar a oferta. — Os olhares da mesa voltaram-se para Hoster, todos aguardando uma resposta vinda do cavaleiro. Um sorriso nasceu ao canto dos lábios de Casper.

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Re: [RP Fechada] The family that moves my interests

Mensagem por Trevor Tully em Seg Jan 29, 2018 2:24 pm

Honor, Duty, Family


Chegou a Harrenhal ainda pela manhã, vindo acompanhado de uma boa parte das tropas de seu pai, assim como alguns companheiros que sempre estavam em sua presença. Conversou com alguns soldados que frequentemente permaneciam pela fortaleza, falou com membros da criadagem e até mesmo passeou pelos estábulos que mais pareciam um castelo projetado especialmente para cavalos.

Sempre ouviu histórias a respeito de Harren e os nascidos que ordenaram que tudo aquilo fosse levantado, fazendo-o questionar a ascensão da Casa Tully perante os nascidos do ferro que anteriormente reinavam sobre as Fluviais. Homens que apenas tem inteligência para saquear jamais teriam tanta sabedoria em construir tamanha fortaleza. Quisera Trevor viver em tempos que aquilo tudo ainda estivesse em seu mais perfeito estado.

Atualmente encontrava-se sobre o grandioso salão, o qual era adornado por uma quantidade grotesca de lareiras e quadros sobre as paredes. Gostava de analisar cada um, ver a quão rica era a história de seu tio-avô Casper, um homem ao qual admirava muito.

Observava uma pintura em que o homem estava ao lado do Lorde Baratheon, consequentemente seu futuro sogro, por mais que ainda odiasse a ideia de casar-se com sua filha. Ambos ainda eram jovens e tinham uma aparência poderosa, portavam espadas longas e sorriam diante da carcaça de algum grandioso leão das montanhas que caçaram. Estava perdido sobre a cena retratada, eis que uma voz ecoou pelo salão e lhe chamou a atenção de imediato, era seu tio.

— Tio Casper! — Abriu um sorriso de orelha a orelha e correu em direção ao homem para recebê-lo com um abraço.

Já tinha um bom tempo que não o via, o maior contato que teria com ele era cartas que ora ou outra vinham de Porto Real. Não conseguiu reagir sobre a presença do homem, o qual mostrava ainda ter tamanha saúde mesmo com toda sua idade; ao contrário de seu pai que nem ao menos podia se levantar em decorrência de sua doença.

Logo mais seguiu em direção até uma das cadeiras em um convite generoso de seu tio, puxou uma e brevemente se sentou. — Apesar de tudo minha mãe vai bem… O senhor sabe a respeito da saúde de meu pai, não é? — Disse em um tom baixo e tristonho. — Me lembro de cavalgarmos juntos, ele ainda tinha força o suficiente para erguer sua espada e cantar, mas de um dia para o outro ele acabou levantando sem energia alguma. A situação de meu pai é precária, Tio Casper. — Apoio ambos os braços sobre a mesa esculpida em madeira e mandou um olhar firme para um dos cantos do salão, observava atentamente uma das lareiras apagadas.

Ultimamente as coisas haviam se apertado em Correrio, algumas obrigações do lorde acabaram caindo sobre os ombros do herdeiro, ensinamentos diplomáticos e políticos tiveram de ser aderido em seus estudos e pouco tempo sobrou para se divertir. Trevor sabia muito bem em como tudo aquilo terminaria, por mais que odiasse, mas em algum momento ele teria de ser o responsável por atear fogo sobre o corpo de seu pai em um bote sobre o rio. Tinha pesadelos com o ocorrido e isso estava lhe deixando inquieto a respeito da saúde de vosso pai.

O Peixe Negro percebeu a tristeza existente em seu sobrinho, ambos sabiam que em algum momento teria uma notícia horrenda a respeito de um ente querido, mas era preciso aceitar o destino que fadado a casa Tully. — Garoto, a família é tudo, nunca deixe de proteger quem você ama, não importa as circunstâncias. — As palavras de conforto de Casper entraram pelos ouvidos do garoto como uma agulha, sua pele arrepiou e seus olhos queriam se fechar. Sabia de suas obrigações com a família, mas jamais desejou que qualquer um passasse por momentos horrendos a ponto de precisar de sua ajuda.

Trevor deu um longo suspiro, virou-se para seu tio e o encarou diretamente em seus olhos. — Nunca deixarei ninguém levantar um dedo contra nossa família, jamais. Caso isso venha a ocorrer eu juro que me certificarei de concertar as coisas. — Disse com firmeza para o homem sentado sobre a ponta da mesa, o qual respondeu com um gesto afirmativo.

[ ... ]

Assim que o jantar teve seu início o garoto deu pouca importância para os assuntos comentados na mesa, preencheu uma taça com vinho e seguiu bebendo até que toda a comida fosse servida de verdade. Estava faminto, afinal os funcionários do castelo não deixaram com que tocasse nas comidas antes da hora marcada para a refeição.

Levantou a taça após as palavras de Casper, outros repetiram o gesto e então começaram a encher seus pratos com comida. Trevor logo arrancou às duas coxas do pato assado sobre o mel, inclinou a bandeja sobre seu prato para despejar uma boa quantidade do néctar adocicado e derrubou algumas gotas de vinho sobre. Adorava a mistura e assim fazia.

— Tia Jeyne, a senhora poderia emprestar seus cozinheiros para Correrio, eles são excelentes. — Deu uma boa mordida sobre a coxa do pato e a mastigou. — Posso sugerir uma troca se assim desejar, dou meus irmãos por seus cozinheiros. — Depositou a coxa sobre o prato e retomou a taça de vinho lhe dando uma pequena bebericada.

Gostava do cenário em que sua família se reunia e discutia os mais variados assuntos sobre a mesa, porem desta vez não estava todos os presentes, afinal seu pai e sua mão haviam ficado em Correrio por conta da saúde instável do Senhor Supremo do Tridente.

— Com toda certeza será… Ela terá uma educação adequada e estará muito bem protegida sobre nosso teto. — Disse para seu Tio Hoster enquanto caçava mais comida pela mesa. — Se tirar a criança de seu caminho vai ter toda atenção para o senhor. Se ela for mesmo tão intocada como diz ser, o lucro sera todo seu, mas será que aguenta alguém como ela? — Disse satirizando o apelido dado para a Lady de Lagoa da Donzela. Sorriu sozinho, mas cessou assim que seu Tio Casper lhe enviou um olhar sério.

— Desculpe… — Levantou as sobrancelhas e voltou sua atenção para uma torta de pombo. — Eu concordo com nosso tio, seria bom fortalecer os laços dentro das Fluviais nos casando com as casas vassalas, assim certamente teremos o apoio destes caso precisarmos avançar ou atacar algum imprestável. — Deu uma mordida sobre um pedaço de torta. — Casamentos são lucrativos, pelo menos isto aprendi. — Prosseguiu enquanto ainda estava com sua boca cheia.

Sempre notou o quão importante junções matrimoniais eram para cada região, tal prática era bem comum e quase todos que conhecia eram vitimas de “paixões” arranjadas. O mundo era movido por todas essas pequenas uniões, pelo menos assim interpretou.

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Re: [RP Fechada] The family that moves my interests

Mensagem por Hoster Tully em Sab Fev 03, 2018 1:52 pm




Sor Hoster




Família, Dever, Honra
Uma reunião de família havia sido convocada por seu tio sob o teto de Harrenhal, Hoster, no entanto, cogitou não comparecer por causa de suas funções como protetor da jovem senhora de Lagoa da Donzela. Porém, em contrapartida, a isso, também ficou imaginando a quanto tempo não via o seu tio e os seus primos, então, perante isso, ele acabou decidindo por ir a Herrenhal se reunir com os seus parentes e pôr os assuntos familiares em dia. Talvez até fossem surpreendidos por notícias sobre novos casamentos arranjados para os seus parentes por Casper, afinal, o notável Tully que ocupava o cargo de Mão da Rainha era conhecido na família como o articulador em relação à alianças políticas por matrimônio.

Fora alguns dias de viagem de Lagoa da Donzela a Harrenhal, mas, Hoster havia chegado intacto e sem muitos problemas ao mesmo. Observando por breves momentos o maior castelo já construído em Westeros, um grandioso e histórico local a ser admirado, que no passado fora quase completamente queimado com o seu senhor dentro por Aegon, O Conquistador e seus dragões, sob aquelas paredes o tirano Harren Hoare e seus filhos haviam perecido, tornando o local um marco sobre a conquista de Aegon nas Fluviais. Após isso os Tully se tornaram soberanos do Tridente e o castelo passou pelas mãos de inúmeras casas, até terminar nas mãos dos senhores de Correrrio. Um pequeno sorriso surgiu nos lábios do cavaleiro, à medida que seus olhos detectaram o estandarte imponente da truta tremulando sobre uma das torres do local.

[…]

No salão pôde cumprimentar com alegria todos os seus parentes que a muito não via, especialmente o seu tio Casper é seu sobrinho Trevor, jovem que um dia herdaria o lugar de senhor do Tridente. Na mesa todos pareciam satisfeitos com a refeição servida, desfrutando o máximo do banquete oferecido pela Mão da rainha, contudo, assuntos também estavam sendo discutidos. Hoster assistia e escutava tais assuntos em silêncio, observando a velha geração de sua família e a nova interagindo com sincronia através de Casper é Trevor. Contudo, chegou o momento que o assunto migrou em sua direção, é seu tio sugeria que ele levasse a jovem irmã da lady Mooton para ser cuidada em Correrrio, o que ele imaginou que seria difícil de ser aceitado por Aleera. Porém, a seus olhos faziam sentido que a pequena Mooton fosse para Correrrio, é quem sabe crescer com a filha caçula do lorde, talvez até se tornarem boas amigas, sem contar que ela estaria melhor protegida é assistida em Correrrio. — Conversarei com Lady Mooton, tenho certeza que ela refletirá a respeito e aceitará enviar a irmã para Correrrio. — Comentou, enquanto se deliciava com uma suculenta coxa de pato.

Entretanto, sendo surpreendido por Casper em seguida, com a hipótese da articulação de um casamento entre ele (Hoster) e Aleera. Mas, o que foi uma surpresa no primeiro momento, já era esperado por Hoster em seu consciente, afinal, ele sabia que não tinha sido enviado para proteger a jovem Lady Motoon atoa, sempre desconfiou que existia um motivo específico. — Confesso que estou surpreso com tal hipótese, mas, já pensei sobre isso. O matrimônio ajudaria a mantê-la no poder de seus domínios em definitivo e também seria benéfico para nós. — Respondeu a seu tio, encarando-o com um pequeno sorriso, antes de desviar o olhar para Trevor é revirar os olhos. — Fique tranquilo sobrinho, saberei lidar com ela, caso essa união ocorra, até porque ela não parece ser uma lunática religiosa. — Sorriu, omitindo a parte que já a conhecia intimamente bem, na verdade, tinha certeza que Aleera aceitaria a união logo de cara. — Pode enviar o seu corvo, tio. Contudo, por favor, garanta que a união será matrilinear e que ela manterá o seu título é o poder sobre os seus domínios. — Voltou a encara o seu tio que parecia um pouco surpreso com o pedido. — Eu não quero acabar com a linhagem Mooton que detém Lagoa da Donzela a séculos. — Explicou.

— Fará isso por mim? — Questionou, antes de voltar a apreciar a suculenta carne de pato e um bom cálice de vinho. Esperando que seu tio concordasse com isso uma vez que ele não pretendia extinguir a linhagem Mooton, e como Aleera e sua irmã era as únicas vivas, seria o que consequentemente ocorreria após um casamento, caso medidas não fossem tomadas. — E você Trevor, quando irá se casar com a Baratheon? — Indagou sorrindo, imaginando que o seu sobrinho casado seria no mínimo engraçado, já que o jovem gastava mais tempo com espadas e batalhas do que com mulheres.

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Re: [RP Fechada] The family that moves my interests

Mensagem por Jeyne Tully em Sab Fev 17, 2018 8:50 pm



 Jeyne Tully


O clima estava bom. Cansada da viagem, a lady queria apenas um pouco do descanso merecido, mas também sabia quão necessária seria sua plenitude da organização dos afazeres naquele dia. Logo haveria um banquete entre os Tully, e ela como a senhora ao lado de senhor Tully, precisaria doar-se mais que o cotidiano para que tudo fosse perfeito. — Obrigada querido, logo estarei com vocês no salão! — Respondeu com um suave sorriso ao esposo que parecia ter notado seu cansaço.

Despedindo-se dele, que partiu para o grande salão de Harrenhal, ela também tomou seu rumo, atravessando os corredores e andares da fortaleza até os aposentos em que ocupavam. — Parece mais longe hoje! — Falou a si mesma, enquanto observava, como sempre fazia as paredes e todo o ambiente que compõe a estética do lugar. Cada vez que atravessava aqueles corredores, que mesmo tendo vindo pouco a pouco sido reconstruído, ainda estava longe de ver dias de glória. Ao chegar em seu quarto, ela apenas se deitou por alguns minutos, para logo em seguida ir vestir-se com um de seus belos vestidos longos, desta vez um verde bem claro, para transmitir beleza e suavidade para o jantar que viria. Sem demora, refez todo o trajeto pelos caminhos do maior castelo de Westeros, desta vez rumo a região da cozinha, onde foi vistoriar se todos os preparativos para o banquete já estavam prontos e apropriados para a ocasião. Interpelou com os servos, exigindo que o melhor vinho que tivessem fosse posto a mesa, e que tudo fosse impecável naquele jantar. O que costumeiramente já o era nas propriedades dos Tully.

Ela então, tendo visto como estava o andamento das coisas, sentiu-se mais leve para juntar-se a seu esposo e convidados, aliás, já estava ansiosa, amava seu marido, e quando chegava a hora das refeições, do mesmo modo que vinha a fome, vinha a saudade de estar ao seu lado enquanto as fazia, assim como o fizeram milhares de vezes nos bons anos em que já estavam casados. Assim que adentrou o grande salão, Jeyne abriu um largo sorriso, Casper já estava com seu sobrinho Trevor a mesa, e ela tratou de logo sentar-se ao lado de seu Senhor, cumprimentando os presentes. Ali, sentada, os cumprimentou, e pôs-se a observar enquanto conversavam. As palavras do senhor da casa Tully, era a própria encarnação do espirito dos Tully e por isso, ela alegrava-se em ouvi-lo. Os anos davam a ele cada vez mais sabedoria, e isto atrelada a sua profunda preocupação com os valores e a família, faziam dela uma lady orgulhosa de ocupar o assento ao seu lado. Tanto como senhora Tully, quanto a esposa da mão da rainha.

— Tem razão querido, a cada dia os jovens estão mais belos e fortes, crescendo como os setes querem, e com certeza seria uma ótima visão para meu cunhado. — Fez um comentário, em resposta ao anterior de seu esposo. Logo, o lorde deu a ordem, e as comidas foram servidas, e as taças cheias, para os que bebiam vinho, vinho, aos que só tomavam água, água. — Agradeço pelo apreço aos cozinheiros Trevor, mas me recuso a dividir meus preciosos mestres da cozinha, ou, quem mais viria para nossos banquetes? — Respondeu com uma leve risada ao que disse seu sobrinho, contente em o ver deliciar-se com o banquete farto sobre a mesa.

— Bem, espero que tudo esteja do agrado de todos hoje. — Falou alto, buscando a todos na mesa, para se certificar que ninguém estivesse por ventura se desagradando festim. O jantar transcorria bem, e todos pareciam alegres sobre seus assuntos, e Jeyne, pouco a pouco ia observando, quase que sem se envolver com palavras. Aquele momento na velha Harrenhal estava sendo ótimo, e no que dependesse dela, ainda poderiam haver infindáveis mais como aquele.
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