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[Missão Mensal] Witch an old woman

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[Missão Mensal] Witch an old woman

Mensagem por ALEERA MOOTON em Seg Fev 05, 2018 1:12 am


Witch an old woman

Data e Horário: 371DD as 10hs  
Descrição: A RP irá começar com o post de Aleera Mooton. Esta é uma FECHADA e conta com a participação da mesma . E se passa no (a) Lagoa da Donzela uma senhora se dizendo bruxa atormenta a jovem lady Mooton.

4 - Uma feiticeira em um dos bosques da região afirma ter amaldiçoado você e todos que lhe servem.

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Re: [Missão Mensal] Witch an old woman

Mensagem por ALEERA MOOTON em Seg Fev 05, 2018 11:22 am

ALEERA MOOTON
Eram dez da manhã:

Aleera ria e se exaltava como há tempos não fazia, correndo para lá e para cá, em desmedida alegria, como se por alguns instantes, a sua feliz infância houvesse retornado a ela. Tudo pelo simples e a cada instante mais difícil momento a sós com sua pequenina irmã. Neste belo dia, elas haviam decidido ir até o jardim de Lagoa da Donzela para um pequeno piquenique íntimo, onde ambas poderiam cuidar uma da outra, e matar a velha saudade, e mesmo, rememorar as importantes lembranças de seus falecidos e amados pais. A “Dama intocada” deu-se o direito deste descanso, uma vez que tudo em suas terras transcorriam bem, com suas exceções é verdade, porém, a prosperidade sobe seu governo era indiscutível. De tal modo, que, ver sua doce irmã comer maças e se divertir entre as flores-do-campo era uma querida visão.

No entanto, avistou um grupo de soldados aproximando-se o cavalo da posição onde estava. Seus homens de proteção se puseram em alerta para protegê-la. Hoster infelizmente não se encontrava entre eles, pois, há alguns dias sairá à caça de um grupo de saqueadores desordeiros que tivera a audácia de tentaram saquear uma aldeia próxima ao castelo. O susto não fora grande, uma vez que os homens que vinham eram seus próprios cavaleiros, ostentando orgulhosamente a flamula da casa Mooton. Vinham a galopes rápidos, o que a fez preocupar-se e adiantar o passo para encontra-los logo. Vestida com um vestido longo de cor vermelha, a jovem não tardou. — O que houve, por que tamanha pressa? — Questionou ao cavaleiro ainda montado em um cavalo. — Minha senhora, houve mais uma morte! — O mensageiro fúnebre trazia uma notícia trágica, o problema é que pela forma com que entregará, deixava claro que não era uma novidade.— Mais uma morte! —

— O que? Outra morte, o que houve desta vez? —
Perguntou a lady, torcendo uma das sobrancelhas incrédula.
— Desta vez foi um cavaleiro minha Senhora. Sor Thimas morreu com a própria espada! —
— Como assim? —
— Este é o mais estranho minha lady. Ele era um exímio espadachim, famoso pelas Terras fluviais. Ainda assim, há poucas horas, durante um treino de espada… —
— Prossiga homem! — Retrucou a jovem com irritação.
—… Ainda assim, ele de repente escorregou ao erguer sua espada… caindo de costas, infelizmente a espada voou de suas mãos na queda… caindo com a lamina cravada em seu peito… —.
— Minha nossa… pelos Sete… agora entendo sua aflição! — Disse-lhe assustada com a informação, era de fato uma morte além de horrível, impropria e estranha.
— Perdão minha lady, mas isto deixa obvio não? —
— O que Sor? —
— Que a maldição é real, que todos nós, inclusive a senhora… estamos todos amaldiçoados. — O homem falava nervoso, nem mesmo olhando para sua lady de pês, pouco a frente dele em sua montaria. Era algo incomum, ver um homem de armadura, armado, acovardado com uma simples morte.

Aleera pôs-se a pensar no que ele dizia.

Há cerca de dez dias, uma estranha senhora aparecera em seu salão, pedindo uma audiência com a lady local de Lagoa da Donzela. Algo rotineiro. Acontece que a mesma, era um antigo desafeto de todos. A qual fora expulsa da vila principal por seu pai, o antigo lorde há muitos anos, por ser acusada de bruxaria e pecar contra os deuses. A mulher idosa teve uma postura demasiadamente desagradável, exigindo um lugar na vila para habitar, uma vez que agora vivia só no bosque a norte. A ruiva a teria cedido com prazer à súplica, se fosse um pedido, a senhora na realidade, a estava exigindo tal, de forma que, ofendeu a jovem Mooton, que corretamente a expulsou de seu castelo.

Antes de ser atirada para fora, a mulher praguejou.

— Eu a amaldiçoou Mooton, a você e a todos os seus… Todos os Mootons e seus servos… eu os amaldiçoo…! —
Até aquele momento, apenas palavras de uma velha louca que a muito vivia sozinha em uma floresta negra. Ou seja, nada a se temer. Isto apenas se tornou um problema quando um de seus servos morreu dois dias após a “maldição da bruxa” como estavam chamando, se abater sobre eles. Depois disso, outro morrera ferido por um javali. Uma serva se afogou em um banho simples de lago, e agora isso. A cada dia o povo de Lagoa da Donzela estava mais assustado. Aleera não queria admitir, mas a maldição os tinha alcançado. Não “ah! maldição”, pois, não acreditava nos poderes da bruxa, que, não passava de uma charlatã para ela. Mas a maldição que se tornou pânico, fazendo com que simples, embora nada comuns acidentes, se tornassem na pior das pragas. E ela sabia que logo precisaria fazer algo a respeito disso.

— Não tema cavaleiro, somos servos dos sete, não seremos atingidos por maldições mundanas... Lembre-se! —
Foram suas palavras para tentar livrar a ele a aos demais ainda assustados a seu redor.
— Mas Senhora… —
— Não tema, eu já disse! — Vociferou com voz mais potente agora, tolhendo quaisquer esperanças de contestação de suas palavras. — Mas em todo caso… junte um grupamento, vá até o bosque e traga está “bruxa” até meu palácio. Vá!—

Sem demora, o mensageiro e seus companheiros se lançaram em galope para honrar com sua missão. A lady, ainda preocupada, tomou sua irmã no colo e retornaram para o castelo.

Cinco horas depois.

Sentada em sua cadeira no salão principal de Lagoa da Donzela, a jovem Senhora Mooton aguardava pacientemente a chegada de sua convidada. Que não tardou. Com uma furiosa batida na porta, os cavaleiros adentraram, puxando a grilhões uma mulher de idade avançada salão adentro. — Saiam todos, deixem-me as sós com esta mulher! — Falou Aleera sem vacilar na voz.

— Mas minha senhora… ela é… —
Tentou argumentar um soldado. Quando foi bruscamente interrompido.
— Deixe-nos a sós…! — Berrou com mais firmeza. Em resposta, os cavaleiros ainda que a contragosto se retiraram, deixando somente as duas no salão. — Tudo bem, senhora, bruxa… Eu e você teremos uma boa conversa sobre maldiçoes. —

Passaram-se cerca de uma hora desde que a lady e a bruxa se trancaram a sós no grande salão, nas portas do castelo, ao é da colina, uma multidão já se formava, esperando para saber o que seria de cada um, uma vez que a maldição era não somente para os Mootons, mas também para todos eles como seus servos. Mesmo os cavaleiros juramentados a senhora da Casa já pareciam não mais suportar o impasse em aguarda-las ali. Quando de repente, a porta do salão se abriu, e de dentro saiu Aleera, com um enorme sorriso no rosto, seguida pela velha feiticeira, com um pálido e cansado semblante, analisando tudo ao redor com temor.

BRUXA!
MALDITA BRUXA!
QUEIMEM-NA, QUEIMEM-NA!


Eram as palavras que a pequena multidão temerosa gritava em fúria, clamando justiça por seus mortos.

— Povo da lagoa, silêncio! Tenho algo a dizer…! — A ruiva mais uma vez, como Senhora daquele povo se fez audível. — Vocês que há dias temem a maldição, mais tenham medo, pois, hoje ela se extinguirá, do mesmo modo que começou. — Ela falava altiva e com a situação sobe seu controle. — Eu conversei com aquela que chama de bruxa, e ela mesma decidiu desfazer suas palavras, ela mesma optou por isso… e aceitou a fé dos sete em sinal de buscar pelo caminho correto desta vez!— Terminou fazendo um sinal de mãos, para que a senhora tomasse seu lugar e falasse. O que ela fez.

— Eu imploro perdão pelas minhas… palavras… e digo… — Dizia nervosa, temendo a multidão que parecia querer a esquartejar viva. — Eu digo que… retiro a maldição… de hoje em diante não mais devem temer o que eu disse… e… e… seguindo a boa vontade de lady Mooton, também aceitarei a verdade dos sete, e me unirei à fé militante, para expurgar meus pecados! —
Ao terminar, o povo satisfeito começou a comemorar e se abraçar, as pessoas felizes pareciam ter sido dispersas de um pesadelo. E pouco a comoção ia se tornando em gratidão a sua senhora, aquela que além pôr fim ao ciclo de mortes, também conseguiu provar o valor e o poder dos sete, capazes até mesmo de trazer à luz a alma corrompida de uma feiticeira.

— Agora, por favor, retornem a suas vidas, mal algum, os atingira agora, apenas tenham fé nos setes, e tudo dará certo, todos prosperaram com saúde e riqueza. — Concluiu Aleera, acenando para as pessoas, indicando que era hora de saírem.
— Guardas, levem esta senhora daqui, tomem ela, seus familiares, tudo dela, e a deixem em alguma aldeia bem distante de Lagoa da Donzela! —
— Espere jovem lady, e nosso acordo? Não esqueceu não é? — Questionou a idosa.
— Não, não. Eu não esqueço meus acordos! — Falou com desprezo na face. — Uma bolsa de ouro e um lugar para recomeçar com sua família. Sem que sofressem retaliação! Foi o que lhe prometi. —
— E em troca, eu fingiria ter retirado à maldição… que nem existia mesmo desde o começo! —
— Isto mesmo, mas para os medrosos, sempre haverá demônios na escuridão do quarto! — Concluiu, mas uma vez a jovem lady, dando de ombros, e partindo para seus aposentos, com a certeza de que pelo menos este problema estava resolvido em fim. E se a favor dos setes, nenhum acidente lhes ocorreria tão brevemente.



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