[RP Fechada] O Leão Vermelho

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[RP Fechada] O Leão Vermelho

Mensagem por Reynard Reyne em Dom Maio 27, 2018 8:01 pm


Leão Vermelho

LUGAR: Castamare
HORA: 127 DP, segundo dia de Coroadorrei, 08:00
QUEM: Reynard Reyne

O Senhor de Castamare é desafiado para um duelo e encara suas consequências.
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Re: [RP Fechada] O Leão Vermelho

Mensagem por Reynard Reyne em Dom Maio 27, 2018 8:05 pm



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Castamere vista por fora aparentava se uma pequena fortaleza. Um senhor modesto ou um cavaleiro estaria bem servido e orgulhoso de manter o forte como sua sede, mas o castelo parecia apertado para os ricos, orgulhosos e arrogantes Reyne. Assim como o Rochedo Casterly, Castamare começara como uma simples mina de um pequeno rei da Era dos Heróis. Torres e muralhas se ergueram para proteger a riqueza e o ouro e prata fluíram para fora do castelo e enchia as bolsas dos seus senhores. Porém conforme a mina ia cada vez mais fundo, os espaços deixando para trás eram transformados em salões, galerias e um salão de baile. Era sabido que Castamare possuía um labirinto de salões embaixo da terra, mas o pai de Reynard, Roger Reyne, costumava dizer que apenas os Reyne sabiam quanto de seu castelo estava no subterrâneo e Reynard sabia: nove décimos.

Reynard estava em um dos seus salões subterrâneos observando um mapa do labirinto dos castelos.

- Popularmente os homens alegam que o Ninho da Águia é intransponível, que se um milhão de homens atacarem Harrenhall um milhão de homens morrerá, que quinhentos homens defendem Winterfell contra dez mil e que é impossível sitiar a fortaleza pantanosa dos Reed. Eu digo-lhes: invadam Castamare e descobriram como é entrar em um formigueiro. - As palavras de Roger Reyne era verdadeiras e não apenas o orgulho de um lorde com sua fortaleza: Castamare não apresentava nada de extraordinário em sua fortaleza na superfície: Duas torres robustas, muros altos, um pesado portão de carvalho e alguns salões menores. Mas embaixo da terra, onde estava a verdadeira Castamare, atacar uma tropas especializada seria ir ao inferno e voltar, e Reyne planejava fazer isso.

- Quero que os cavaleiros e homens de armas sejam treinados dentro do castelo. - havia rugido para Tygett Tarbeck e Vylarr Vikary - Quero que os oficiais conheçam cada palmo dos labirintos, que saibam qual galeria se liga com qual, qual salão está ligado a qual túnel, que portas trancar e quais abrir, que caminhos bloquear e quais deixar livres. Quero que eles aprendam a cercar o inimigo por todos os lados, a atacar e desaparecer.

Os dois homens trocaram olhares, claramente angustiados com as ordens. Foi o Tarbeck que teve coragem de abrir a boca:

- Meu senhor. Isto iria requerer um treino exaustivo e demorado. Anos de prática.

- Meu caro Sor Tygett. Não sei se fui claro: se vocês não forem capazes de fazer isso arrumarei cavaleiros que sejam. - Reynard presenteou Tygett com seu mais simpático sorriso, embora os sorrisos simpáticos de Reynard escondessem sempre uma sagacidade e deboche que o tornava tudo menos simpático. - Sumam da minha frente

Sor Tygett Tarbeck fez menção a se retirar, alguns de seus cabelos já estavam ficando grisalhos, assim como seu bigode. Era um cavaleiro experiente e habilidoso, filho do filho do irmão de um Senhor de Salão Tarbeck, Tygett não podia esperar glória melhor do que servir sua espada a própria família ou a outro senhor. Quem não demonstrou estar pronto para se retirar foi Sor Vylarr Vikary, um cavaleiro mais jovem e menos honrado que Tygett. Alguns acreditavam que os Vikary descendiam do bastardo de um Reyne, isso fazia de Vylarr parente de Reynard de alguma forma, mas com o sangue traiçoeiro dos bastardos.

- Está com alguma condição física ou emocional que o impeça de cumprir suas ordens, Sor? - Reynard inspecionava o mapa e não deitou um olhar sobre o cavaleiro.

- Há uma questão que demanda sua atenção, Lorde Reyne.

- Então fale.

- Err… Pode não passar de bobagem, é claro. Mas tem acontecido bastante falatório em alguns vilarejos próximos.

- Que tipo de falatório?

- Um cavaleiro, um tal de Sor Willys, apareceu em uma taverna de um vilarejo há alguns dias e começou a falar de como Castamare era governada por um lorde aleijado, incapaz de segurar uma espada e a declarar como desafiaria o Lorde Reyne se o visse e cortaria a outra mão do leão maneta.

Reynard levantou os olhos e observou o cavaleiro. Julgou que algo assustava o Vikary pois o patife engoliu seco e uma gota de suor percorreu a sua testa enquanto aguardava as ordens do senhor.

- Mandem meu escudeiro preparar minha armadura e o cavalariço preparar meu cavalo. Mandem também doze homens para o vilarejo e impeçam esse Sor Willys de partir. O leão maneta planeja aceitar o desafio dele.


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Re: [RP Fechada] O Leão Vermelho

Mensagem por Reynard Reyne em Ter Jun 05, 2018 9:46 pm



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Uma armadura completa é mais do que apenas as placas de aço. Reynard vestiu primeiramente uma camisa simples de linho para que seu corpo não tivesse contato direto com a camisa de cota malha que pôs por cima. Reyne não se importava em sentir o aço, mas um elo quebrado o cortando por dentro da armadura era outra coisa. Calças de couro vermelho e um gibão de couro acolchoado branco vieram em seguida e uma luva de tecido negro para a mão direita. Depois o escudeiro ajudou-o a vestir a couraça com o grande leão vermelho esmaltado, as ombreiras com forma de cabeça de leão, as manoplas, sendo a manopla esquerda recheada com aço. Reynard não via porque usar a mão de ouro por baixo da armadura mas ainda desejava firmeza o bastante para prender um escudo. Caneleiras de aço para as botas, a frente a atrás, um cinto de couro vermelho onde estava presa a espada bastarda e adaga foi preso a sua cintura. Por último vestiu o elmo, decorado com a mesma prata branca do resto da armadura e com uma viseira que podia ser levantada, embora o item mais chamativo fosse a miniatura de aço de um leão de cauda bifurcada esmaltado de vermelho em cima do elmo.

Seu cavalo estava abarbado com uma barda de couro coberto com tecido acolchoado branco e aço decorado com prata branca. Tinha uma faixa de tecido branco com o leão Reyne costurado que escondia a placa de aço reforçado que protegia o peito do animal, possuía uma miniatura de leão idêntica a do elmo de seu cavaleiro em cima da viseira, suas rédeas eram de couro vermelho e havia sido feita com um laço e um círculo de metal para regular o aperto que tornaria fácil prender as rédeas em volta do pulso esquerdo de Reyne. Uma necessidade para que o lorde pudesse controlar o animal e usar uma espada ou lança na mão boa. Ainda presos à barda do animal estava um cinto de couro vermelho com uma espada reserva e o escudo de Reyne preso por uma pequena corrente: uma prancha de pauferro e aço pintada de branco com dois leões vermelhos combatentes, a boça havia sido esculpida para ter o formato da cabeça de um leão rugindo e havia sido pintada de vermelho e duas granadas incrustadas para dar vida aos olhos da fera.

Seu escudeiro Robb Westerling usava uma armadura similar de Reyne, até utilizava o símbolo dos Reyne e não dos Westerling, Robb dizia que só ostentaria as cores de sua casa quando fosse um cavaleiro, mas Reynard acreditava que o garoto preferia lutar sob o símbolo de um leão à de uma concha. Vylarr Vikary usava as mesmas cores, mas os Vikary como bastardos Reyne utilizavam as cores dos leões vermelhos. Embora seu leão seja branco, atravessado por uma faixa e dispute espaço com um javali vermelho. Tygett Tarbeck e seu cavalo se destacavam, em um combinado de azul e branco dos Tarbeck.

Outros dois cavaleiros de Castamare com as cores Reyne se juntaram aos quatro e abandonaram os portões da modesta fortaleza da superfície. E seguiram por uma estrada estreita em direção a um vilarejo não muito afastado do castelo onde Reynard planejava se encontrar com o falador Sor Willys e ter uma palavra com ele.

Reyne não ousava permitir que Willys escapasse por entre seus dedos, então enviara alguns homens de armas na frente, para identificar o homem e impedi-lo de ir embora caso tentasse. Ele não tentou. Com sobretudos brancos com leões vermelhos desenhados no dorso, cota de malha e elmos de aço, uma dúzia de guardas de Castamare que perambulava pela vila se agrupou quando o lorde se aproximou.

- Encontraram ele?

- Dentro da taverna, senhor.



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Re: [RP Fechada] O Leão Vermelho

Mensagem por Reynard Reyne em Ter Jun 05, 2018 9:48 pm



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Reynard entrou na taverna acompanhado por Tygett e Vylarr, e claro por Robb que apesar de não ser chamado nunca ficava muito longe de Reyne, o escudeiro era como uma sombra e o senhor não teria reclamações quanto aquilo enquanto fosse uma sombra silenciosa.

Tygett Tarbeck já havia identificado Willys e apontou para a mesa onde o famigerado bebia junto com outro homem de mau aspecto, era óbvio qual dos dois era o cavaleiro e qual o bêbado habitual.

O grupo se dirigiu até a mesa, onde Reyne puxou uma cadeira e se sentou, observando os dois homens enquanto Tygett parava em pé atrás do cavaleiro e Vylarr atrás do estranho.

- Qual de vocês é Willys? - não havia cortesia alguma na pergunta.

- Sou eu. - respondeu um cavaleiro de cabelos loiros-mel caindo até os ombros e um rosto barbeado e sorridente. - Quem é você?

Reynard pousou o braço esquerdo sobre a mesa e respondeu seriamente.

- O leão maneta.

O sorriso morreu da face de Willys lentamente e Reyne gostou daquilo. Ele pode observar instante a instante enquanto o cavaleiro percebia o erro que cometera. O jovem cavaleiro corrigiu sua postura e firmou os pés no chão, fazendo menção a se levantar até Sor Tygett se aproximar demais dele e pousar uma mão em seu ombro.

- Nem tente.

Tygett Tarbeck era um cavaleiro já com cinquenta anos e cabelos e barba negros que se tornavam grisalhos. Sua postura era perfeita e sua calma era total, apenas suas palavras desarmaram Willys, e caso não tivessem Vylarr Vikary não tinha mais de vinte e dois anos e suas mãos estavam pousadas no pomo da espada, aquele tinha fome de luta.

- Me disseram que você tem falado muito sobre mim, então eu vim ouvir. - o tom de Reynard deixava claro que ele já sabia muito bem o que Willys falava.

Sor Willys não pareceu determinado a falar, talvez não fosse tão tagarela assim e Sor Vylarr decidiu que precisava apressa-lo.

- Meu senhor disse que veio ouvir, então comece a falar! - as palavras foram acompanhadas por uma espécie de tapa com a mão coberta pela manopla de aço.

- Eu disse que Castamare era governada por um leão maneta, fraco e aleijado e que eu poderia facilmente derrota-lo em um duelo.

Reynard encarou seu cavaleiros, então seu escudeiro, o bêbado na mesa, Sor Willys e só falou quando já havia se levantado.

- Terá a chance de provar seu ponto, Sor. Me enfrentará em um duelo.



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Re: [RP Fechada] O Leão Vermelho

Mensagem por Reynard Reyne em Ter Jun 26, 2018 8:23 pm



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Os homens Reyne acompanharam Willys Westford enquanto este se preparava para a luta e impediram o cavaleiro de escapar das garras dos leões. Os presentes da vila e os habituais curiosos se reuniram quando souberam que o Senhor de Castamare iria enfrentar um cavaleiro em um combate singular.

O centro da vila havia sido a arena escolhida, com porcos, casebres e plebeus como cenário para a luta. Reynard estava parado aguardando por seu oponente, flanqueado por Sor Tygett e Sor Vylarr. Robb Westerling havia o ajudado a prender seu escudo no braço esquerdo e a espada bastarda, um metro e vinte de aço frio e mortal, estava na sua mão direita.

Westford apareceu logo, sem dúvida apressado pelos homens de Castamare e foi deixado no centro da vila. Lanças e espadas o cercavam por todos os lados, enfrentar o Lorde Reyne era a sua melhor chance de sobrevivência.

Sor Willys estava coberto de aço, carregava um escudo e estava armado com uma espada também. Reynard começou a caminhar calmamente na direção do oponente, Willys pareceu relutante mas as lanças dos homens de armas Reyne logo o puseram em movimento.

- Lorde Reynard, vamos conversar e…

- Não há conversa entre leões e cachorros! - Reynard não tinha o senso de humor mais refinado do mundo, mas o símbolo dos Westford era um cachorro e raramente o destino dava oportunidades tão boas.

Quando estava ao alcance de um golpe de espada, Reynard girou sua espada, a fazendo cair na vertical contra o cavaleiro mais jovem. Willys Westerford pareceu só então aceitar o que estava acontecendo. Seu aço verde se protegeu bem da lâmina do homem mais velho.

Willys tentou atacar novamente, Reynard esperou seu ataque descer até o último momento, então girou o pulso e deixou que sua lâmina acertasse a espada inimiga por baixo, fazendo o jovem inexperiente deixar o aço escapar de suas mãos. Os olhos de susto pelo escape da lâmina contaram para Reynard que o menino estava distraído e o cavaleiro acertou uma forte pancada com o escudo contra a frente do elmo de Willys.

Westerford cambaleou zonzo e desorientado, teria sido o momento ideal para ceifar a vida do fanfarrão, mas Reynard ainda não havia acabado com ele.

- Pegue a espada!. - ordenou Reynard.

O jovem cavaleiro pegou a espada da lama, os homens de Reyne gargalharam da cena e mesmo o Senhor sorriu, era bom ver a humilhação de quem havia o ofendido.

Assim que Willys estava armado novamente o Reyne o atacou. Fazendo seu aço cair uma, duas, três vezes contra o jovem que se defendeu com o escudo e a espada, porém dando um passo para trás para cada bloqueio, Reynard notou.

Willys cortou em um arco alto, obrigando Reynard a se afastar subitamente para evitar o choque, o jovem avançou meio sem postura colocando toda a sua força em um golpe vertical, Reynard deu um passo para o lado no momento certo e deixou que o garoto cortasse o ar apenas.

A ponta da espada de Reynard perfurou a saia e a calça de couro, ferindo a perna de Willys que soltou sangue e um urro de dor. Atacou de um salto em resposta e Reynard precisou levantar o escudo para se defender, sentindo o peso de um martelo em seu braço.

O rapaz girou a espada novamente, mas o escudo de Reyne acertou sua cabeça novamente antes que ele pudesse concluir o golpe. Em uma estocada precisa, a lâmina de Reynard penetrou por uma junta da armadura, perfurou a cota de malha por baixo e sangrou o ombro de Westford.

Com certa dificuldade Willys se soltou da espada e recuou novamente, sua armadura pintada de vermelho onde o líquido vital respingou.

Sor Willys tentou avançar, pura raiva e nenhuma técnica, seu primeiro golpe foi desviado pela espada de Reynard, o segundo bloqueado escudo, o terceiro também. Com sua espada saltando após ser refletida pelo escudo, Reynard viu a oportunidade e deixou sua lâmina avançar por onde deveria haver um gorjal na armadura e perfurou a garganta do cavaleiro.

Quando retirou a espada, Willys Westford tombou morto no chão.


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Re: [RP Fechada] O Leão Vermelho

Mensagem por Reynard Reyne em Dom Jul 01, 2018 12:46 am



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Reynard se escorou na árvore, observando as colinas e vales banhados pelo sol dourado do Rochedo. As entradas das minas mais distantes pareciam pequenos pontos adornados com carrinhos e formigas menores - algumas com picaretas - entrando no formigueiro dourado.

As leis deviam ser feitas de ferro, não de pudim e cavaleiros não estava acima da lei do rei e dois dos três que balançavam nas árvores tinham um Sor para adornar seus nomes e com certeza também tinham alcunhas gloriosas. “O Alto, o feroz, o destemido”. Agora eram todos Sor Sem-Nome, o Morto.

Sor Vylarr ainda estava montado em seus corcel, havia outros cavaleiros ali, ostentando a bandeira dos Reyne em lanças, embora o leão vermelho estivesse estampado em escudos, armaduras, bardas e sobretudos. Leões rugissem nos punhos das espadas ou mantos afivelassem mantos. Sor Tygett no branco e azul dos Tarbeck se destacava entre o branco e vermelho Reyne espalhado por todos os lados.

- Meu senhor. Retornaremos logo ao castelo? Vai anoitecer logo.

- Sim, vai. Sor Tygett, acredito que como um cavaleiro tenha prestado um juramento.

- Assim foi meu senhor.

- Que votos você fez?

- Defender os que não podem. Defender mulheres e crianças. Obedecer meu senhor e meu rei. O senhor sabe disto, também fez os votos.

- Estes homens não cumpriram seus votos, se julgaram acima de todo o resto enquanto agiam como foras-da-lei, juraram sem nunca terem a intenção de cumprir o juramento. O oeste está cheio disso hoje em dia. O rei Loren é velho e já não é o que era e você com certeza já ouviu falar que era Tytos quem realmente governava.

- Qual o ponto meu senhor?

Reynard deu alguns passo para frente, o espaço necessário para se virar e encarar os homens mortos, homens pelos quais o ocidental não sentia nada além de um profundo desprezo.

- Falsos cavaleiros, falsos septões, charlatões, feiticeiros e ladrões. Não há lugar para eles em Castamare. Nós vamos atrás de todo criminoso, todo perjuro, todo enganador. Plebeu ou nobre, homem ou mulher, nós vamos encontrá-los, colocar uma corda em volta do seu pescoço e mandá-los para o Estranho.

Reynard deixou o cavaleiro mais velho para trás até o Tarbeck decidir acompanhar seu Senhor, eles estavam se dirigindo de volta aos cavalos. Reynard montou em seu corcel branco e prendeu as rédeas adaptas em seu pulso esquerdo.

- Deixamos eles nas árvores por quanto tempo?

- Até apodrecerem. Quero que todos possam ver claramente o que Reynard Reyne faz com criminosos e perjuros.

A cavalgada foi breve mas como Tygett havia prevenido, a noite os alcançou enquanto rumavam para Castamare. O castelo era cercado por pontos laranjas dançantes visto de longe, onde os vigias deixavam seus archotes para desenhar a silhueta do castelo da superfície em meio a escuridão.

Reyne ainda não teria como saber daquilo, mas espadas marchavam protegidas pela noite.


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Re: [RP Fechada] O Leão Vermelho

Mensagem por Reynard Reyne em Dom Jul 01, 2018 12:50 am



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Os cavaleiros correram sem descanso assim que as notícias chegaram. Arregimentar soldados das vilas era um processo que poderia demorar e custava um tempo valioso, mas os cavaleiros que viviam pela espada ao redor de Reynard em Castamare e os guardas domésticos do Senhor deviam estar sempre prontos para ação, ou sofrer as consequências.

Trinta cavaleiros e o mesmo números de escudeiros vestiram suas armaduras, pegaram seus cintos de espada, montaram em seus corcéis e cavalgaram atrás do leão vermelho em direção ao vilarejo indicado pelo camponês que trouxe as notícias dos inimigos próximos.

Os cavaleiros viram primeiro a fumaça. Depois as casas queimadas e finalmente os corpos. O cheiro de fumaça e carne queimada impregnava o ar temperado com um cheiro de merda bastante forte. Reynard foi o primeiro a entrar na vila, acompanhado por seus cavaleiros, deixando o equino avançar calmamente,.olhos e ouvidos abertos a procura de algum sinal dos malfeitos.

As casas estavam queimadas, corpos também, mas havia alguns cadáveres jogados indiscriminadamente na grama dos pátios da vila. O cheiro era de morte. Fogo e espada

- Estão todos mortos, senhor. - Reynard sentiu vontade de esmurrar Vikary com sua manopla esquerda recheada de aço.

- Lorde Reyne sabe disso, procure por cores, brasões, broches, pingentes, decorações nos pomos das espadas, apenas de forasteiros mortos é claro. - Tarbeck era mais inteligente, experiente e relutante em afirma o óbvio, mas ainda lhe faltava um pouco de tato.

- Não há forasteiros mortos. Não que vamos encontrar, eles queimaram os próprios nos incêndios ou levaram os mortos embora para ocultar os corpos. - os cavaleiros pararam de perambular pela vila para ouvir as palavras do Senhor, todos rostos atônitos. - Fogo e espada. Os inimigos que pode de derrotar em batalha você enfrenta com espadas, os que não pode enfrenta com fogo.

Reynard precisava ver aquilo com os próprios olhos. Os leões vermelhos havia lutado em muitas batalhas, mas a última vez que um inimigo havia atacado tão perto de casa havia sido quando Vickon Mallister tomara o Despenhadeiro e seus saqueadores tentaram sem sucesso violar Castamare e na época Reynard tinha duas mãos.

- Não há nada para nós até os batedores voltarem, mas vamos dar uma cavalgada pelas redondezas. Nunca se sabe. - Reyne havia despachado outros trinta cavaleiros como batedores para buscar por sinais de quem tinha o atacado, rastros de por onde passaram ou os próprios filhos da puta, mas até agora nenhum havia retornado.


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Re: [RP Fechada] O Leão Vermelho

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