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[Missão mensal janeiro] Here you do, here you pay

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[Missão mensal janeiro] Here you do, here you pay

Mensagem por Aaron Crakehall em Dom Jan 21, 2018 5:27 pm


Here you do, here you pay

Data e Horário: 370DD às 13:40PM
Descrição: A RP irá começar com o post de Aaron Crakehall. Esta é uma RP FECHADA e conta apenas com a participação do mesmo. E se passa em Paço de Codorniz. Você descobre que soldados corruptos estão desviando parte da sua produção de mineração.

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Re: [Missão mensal janeiro] Here you do, here you pay

Mensagem por Aaron Crakehall em Dom Jan 21, 2018 7:17 pm

None so Fierce


Na pequena sala de reuniões encontravam-se algumas figuras importantes da região, todos envoltos de uma longa mesa velha que deixava em destaque seus cargos e funções dentro dos domínios do Crakehall. O mesmo estava em pé, trajava uma armadura de placas que cobriam totalmente seu corpo, deixando abertura apenas para sua face que estava sem o seu elmo no momento. Um silêncio incomum predominava pelo cômodo de pedras, restante espaço apenas para expressões desgostosas e cínicas.

– Apenas números? Não... – Esbravejava enquanto andejava de um lado para o outro. Sobre o rosto do Crakehall havia uma carranca, um semblante amargo e tomado por fúria. – Pouco me importa se roubaram um ou milhares, o que realmente é relevante é que ousaram me desrespeitar em meu próprio território. – Olhou para a mesa e então se aproximou, entrou no espaço entre o Castelão e o Capitão da Guarda, olhando para ambos e em seguida fechando seus punhos sobre a madeira.

Mesmo com toda a exaltação do Lorde de Codorniz os homens mostravam-se calados, todos inseguros e cautelosos com qualquer palavra que deixassem escapar por suas bocas. Os grandes olhos de Aaron consumiam a coragem de cada um, intimidando-os sempre que pareciam confiantes de suas ações.

– Jamais pensei que os supervisores de minhas jazidas fossem tão negligentes com tal assunto. A quantia que me foi retirada não é baixa, qualquer tolo notaria a diferença, e não foi o acaso que me contatou, mas sim Meistre Caron que mostrou-se mais útil em sua função do que tolos. – Voltou a pronunciar com fúria.

Ultimamente havia baixas nos cofres da casa, os quais receberam poucos lucros por conta das explorações dos minérios, recebendo baixas em pedras preciosas que foram substituídas em peso por carvões que foram alocados nas remessas. Um pequeno incômodo se levantou diante das documentações que constavam a produção semanal das minas, então inspeções foram feitas para descobrir a fonte de todos os problemas e foi descoberto que um grupo de soldados estava envolvido em um sistema de desvio. Abusando de seu poder eles faziam ameaças para os mineradores, os quais eram obrigados a não prestar queixa alguma dos crimes e também forçados a mascarar os minérios de valor que fossem extraídos. Em comprovação os trabalhadores foram interrogados e recompensados.

A reunião fora convocada pela manhã, onde então todos os senhores foram dispensados de suas funções no dia e permaneceram boa parte do tempo trancados na pequena sala junto ao Crakehall que apresentava sua tamanha indignação com o ocorrido.

O velho que trajava um manto marrom fez um gesto com sua mão, as correntes em seu pescoço tintilaram diante de sua manifestação. – Meu Senhor, não culpe estes homens pela má índole de seus soldados, todos compartilham da mesma indignação que vossa graça. – Proferiu o velho em um tom sereno.

– Infelizmente não é assim que as coisas funcionam Meistre Caron. Pessoas foram atingidas por conta de uma má administração que deixou com que um problema desses acontecesse. Deixei minha confiança em homens que eu acreditei que estivessem fazendo um bom trabalho, mas tudo o que fizeram foram me passar relatórios que apresentavam maior exploração de carvão... Não trabalhamos com esse minério em abundância, isso é fora de questão e ninguém se deu conta disso. – Ajeitou a postura e se afastou mais uma vez da mesa. – Pela manhã eu ordenei que alguns homens cuidassem de prender os culpados, eles foram interrogados e então juravam que tudo não passava de um ato conspiratório dos trabalhadores das minas contra eles. Felizmente eu não sou tão idiota quanto aparento senhores. – Se aproximou de uma cadeira sobre a ponta da mesa e sentou-se cruzando os braços.

– Milorde, estou envergonhado pela conduta de meus homens, jamais pensei que pudessem se rebaixar à medidas chulas como estas. Mil perdões meu senhor. – Disse o capitão da guarda que mostrava sua insatisfação com os tais homens.

Aaron olhou para o tal, manteve seu semblante sério e ficou quieto diante de suas palavras. Pouco tinha para dizer, afinal já havia tomado medidas próprias e apenas estava ao aguardo.

Algumas batidas foram feitas sobre a porta de madeira do local, seguindo continuadamente até que o Crakehall pedisse para que entrassem. Um soldado adentrou e cumprimentou todos os presentes.

– Meu senhor, realizamos inspeções nas casas de todos os envolvidos e encontramos provar que os incriminam. Uma boa quantia de ouro foi encontrada em baús escondidos sobre as paredes, também havia pequenas quantidades de rubis e esmeraldas. Retiramos todos eles dos calabouços e então os guiamos até o grande salão, todos os minérios que foram desviados também estão lá. – Ele ficou ao aguardo de uma permissão para se retirar e então à teve.

Sem dizer nenhuma palavra o Lorde apoiou as mãos sobre a beira da mesa e empurrou sua cadeira para trás, levantou-se e seguiu para fora da sala. Todos os demais seguiram seu senhor rumo ao grande salão de Codorniz.

Oito homens estavam enfileirados, todos ombro à ombro, um ao lado do outro. O Varrão Enfurecido andejou ao lado dos mesmos, em passadas lentas observou o rosto de cada um e enfim sentou-se sobre o trono cercado por marfins de javalis. Os demais permanecerem em pé, ficando sobre a direita do trono.

– Precisar fazer a justiça valer em nome da Rainha é algo claro, imundos como vocês já devem saber disso, eram soldados e claramente não são idiotas. Infelizmente foram burros o suficiente para cometerem crimes contra mim, Aaron Crakehall. – Apoiou as mãos sobre os encostos de sua cadeira e manteve-se parado encarando os homens. – Meistre Caron, pode me relembrar sobre as punições? Sinto que preciso de um esclarecimento. – Prosseguiu com suas palavras enquanto batia seus dedos sequencialmente sobre a extremidade do encosto.

O velho deu um passo à frente, juntou as mãos para trás e as entrelaçou, pigarreou e então começou com seu falatório. – Punições para criminosos podem incluir mutilação, morte e perda de riqueza, terras e títulos. Uma punição alternativa é ser forçado a “vestir negro” na Muralha. Juntando-se à Patrulha da Noite, um criminoso recebe perdão por todos os seus crimes e pecados, mas deve abrir mão de todas as terras e direitos e ficar para sempre jurado à Irmandade da Patrulha da Noite. – Terminando sua citação o Meistre fez um gesto com sua cabeça em reverência e afastou-se novamente.

– Já tem um tempo desde que não contribuímos com homens para a Muralha, realmente. Entretanto em minha concepção soldados seriam exemplares para se juntarem a uma tarefa tão digna, criminosos não são de serventia para trajarem o preto para defender nossas terras dos selvagens do Norte. Minhas condutas são outras, afinal o trono garante meu direito a calabouço e cadafalso, então eu não os mandarei para terem seus paus congelados na muralha. – Forçou-se sobre o encosto do trono e sem tanto esforço se levantou. Seu tamanho em relação aos demais era grandioso.

Aaron fez um gesto com a mão direita, um dos membros da criadagem rapidamente entendeu a exigência e rapidamente agiu. Logo mais um martelo de guerra do Javali fora trazido até o homem. Trabalhado sobre aço o cabo se erguia em aproximadamente um metro, enquanto sobre sua cabeça estava um grilhão maciço em forma quadrada com algumas irregularidades, sobre a outra extremidade havia uma ponta que terminava em uma boa afiação; semelhante a uma bigorna.

– A patrulha jamais irá aceitar homens incapacitados. – Seguiu em direção aos homens que totalizavam seis. – Tragam todos para frente dos portões, quero que convoquem a população para um aviso. – Alguns soldados que estavam sobre o salão rapidamente seguiriam as ordens de seu senhor e começaram a trabalhar nos preparativos.

[ ... ]

Pouco menos de uma hora durou para que boa parte da população se reunisse em frente às gigantescas portas do forte, alguns soldados encontravam-se prontificados para conter qualquer ato ofensivo e outros cuidavam dos criminosos.

Juntamente aos demais o tal seguiu para fora dos portões de Codorniz, trajava sua armadura como de costuma e também portava o grandioso martelo que caia com seu cabo em cima de seu ombro direito. Parou antes mesmo que chegasse aos degraus e encarou seu povo que aguardava ansioso pelo aviso.

– Desde o falecimento de meu amado pai a coisas tornaram-se pecaminosas diante das porções de terras que pertenciam aos domínios dele e agora meus. Trabalhei em cima de campanhas que envolviam a caça de grupos criminosos que agiam pela região, sobre minhas ordens todos foram exterminados e isso trouxe paz e prosperidade para nossa terra. Claramente não julgo isso como um favor feito para vocês, mas sim uma obrigação, é o dever do Lorde de Codorniz manter a segurança de seu povo. – Alguns camponeses manifestaram-se com aplausos e gritos, mas nada fez com que o Javali mostrasse acomodado com a situação. – Infelizmente existem aqueles que não conseguem reconhecer o esforço que venho tendo para trazer prosperidade para essas terras, então ousam se voltar contra mim, contra vocês. Esses homens, meus próprio soldados, ousaram desviar parte das riquezas que direcionaram-se para o progresso e estrutura da região, traidores em toda linha. A meu ver a morte é a única recompensa aos injustos, então assim espero que sirva de exemplo para qualquer um que tenha o intuito de se levantar contra a minha senhoria. – Os gritos prosseguiam; junto a eles pedras e lamas foram arremessadas em direção aos seis criminosos que estavam acorrentados à frente das escadas.

Um bloco de pedra retangular foi posicionado bem à frente de Aaron, onde um dos soldados foi guiado até o tal e forçado a se inclinar com a cabeça colocada sobre ela. O Cavaleiro da Bigorna deu alguns passos para frente, posicionou-se bem à frente do tal e sem hesitar segurou o martelo com as duas mãos e desceu com a extremidade retangular contra a cabeça do mesmo. Aplicou toda a força que tinha em um único golpe, sendo esse o suficiente para esmagar o crânio do criminoso, onde seus olhos saltaram para fora e uma pasta vermelha escorreu pela pedra. Realizou o mesmo processo por mais seis vezes, todas essas recebendo o clamor da população da região.

Os corpos foram todos guiados para chiqueiros para servirem de alimento para os porcos. A satisfação da população subia em questão da punição de criminosos, ao qual vinha tornando-se comum desde que Aaron assumiu a posição de seu pai.

(ross)
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